Nesta
segunda-feira, 30, Papa Francisco anunciou a data da canonização dos Papas João
Paulo II e João XXIII: 27 de abril de 2014, II Domingo de Páscoa, da Divina
Misericordia. A decisão foi tomada durante o consistório ordinário público
convocado especialmente para aprovar as causas de canonização dos dois
pontífices. A celebração teve início às 10h (horário de Roma), e contou com a
presença dos cardeais presentes em Roma. Dentre eles, dois brasileiros: Dom João
Braz de Aviz, Prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e
as Sociedades de Vida Apostólica, e Dom Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de
Aparecida. A decisão de unir no mesmo dia a canonização dos seus dois
predecessores foi explicada pelo Papa Francisco, em julho passado, como uma
mensagem para a Igreja, porque os "dois são bons, são dois bons". Karol Jozef Wojtyla foi eleito Papa no
dia 16 de outubro de 1978. Nasceu em Wadowice (Polônia), em 18 de maio de 1920,
e morreu no Vaticano, em 2 de abril de 2005. Em quase 27 anos de pontificado,
João Paulo II escreveu 14 Encíclicas, 15 Exortações Apostólicas, 11
Constituições Apostólicas e 45 Cartas Apostólicas. Em seu pontificado,
fortaleceu a fé da Igreja promulgando o Catecismo da Igreja Católica. Promoveu
um intenso itinerário de vida espiritual com o Ano da Redenção, o Ano Mariano,
o Ano da Eucaristia e o Jubileu do Ano 2000 e criou as Jornadas Mundiais da
Juventude (JMJ), aproximando a Igreja dos jovens. O primeiro milagre do Papa
João Paulo II foi o da irmã francesa Marie Simon-Pierre, que ficou curada da
doença de Parkinson. Com ele, teve início o processo de canonização de João
Paulo II. O pontífice polonês foi proclamado beato pelo Papa emérito Bento XVI
em 1º de maio de 2011, na Praça de São Pedro. A Igreja Católica celebra a
memória litúrgica de João Paulo II no dia 22 de outubro, data que assinala o
dia de início de pontificado do Papa em 1978. Angelo Giuseppe Roncalli, o Papa João XXIII, nasceu em 1881 na
localidade de Sotto il Monte, Bergamo, onde foi pároco e professor no
seminário, secretário do bispo e capelão do exército durante a I Guerra
Mundial. João XXIII iniciou a sua carreira diplomática como visitador
apostólico na Bulgária, de 1925 a 1935; foi depois delegado apostólico na
Grécia e Turquia, de 1935 a 1944, e Núncio Apostólico na França, de 1944 a
1953. Em 1953, Angelo Roncalli foi nomeado Patriarca de Veneza e no dia 28 de
outubro de 1958 foi eleito Papa, sucedendo a Pio XII. Aos 77 anos, em 1962,
João XXIII, resolveu “arejar” a Igreja e inaugurou o Concílio Vaticano II.
Morreu um ano depois. “O Papa bom” foi declarado beato por João Paulo II no dia
3 de setembro de 2000. Seu processo de canonização tem uma particularidade
considerada rara na história da Igreja: ficou isento do reconhecimento de um
segundo milagre - condição necessária para que um beato seja elevado a santo.
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
domingo, 29 de setembro de 2013
A Palavra de Deus nos alerta para o risco da comodidade - Dia da Bíblia
'Corremos o risco da comodidade, da mundanidade na vida e no coração'. em sua homilia deste 26º Domingo do Tempo Comum o Papa Francisco alerta-nos para a questão do comodismo que nos dominam e nos retiram a identidade, e pior ainda, leva-nos a perda da memória de Deus. Dessa forma, corremos os risco de nos envolvermos com o ser e o ter, que consequentemente vai nos esvaziando.
Disse ele: “Ai dos que vivem comodamente em Sião e dos que vivem tranquilos, deitados em leitos de marfim, comem, bebem, cantam, divertem-se e não se preocupam com os problemas dos outros”. “Estas duras palavras nos advertem para um perigo que todos corremos: o risco da comodidade, da mundanidade na vida e no coração, de ter como centro o nosso bem-estar”, lembrou o Papa.
Sabiamente, repassou a experiência do rico do Evangelho, que vestia roupas de luxo e cada dia se banqueteava lautamente; o importante para ele era isto. E o pobre que jazia à sua porta e não tinha com que matar a fome não era com ele, não lhe dizia respeito. “Se as coisas, o dinheiro, a mundanidade se tornam o centro da vida, apoderam-se de nós, dominam-nos e perdemos a nossa identidade de homens”.
Ele explicou que “isto acontece quando perdemos a memória de Deus. Se falta a memória de Deus, tudo se nivela pelo ‘eu’, pelo meu bem-estar. A vida, o mundo, os outros perdem consistência, não contam para nada, tudo se reduz a uma única dimensão: o ter. Se perdemos a memória de Deus, também nós mesmos perdemos consistência, também nós nos esvaziamos, perdemos o nosso rosto, como o rico do Evangelho! Quem corre atrás do nada, torna-se ele próprio nulidade – diz outro grande profeta, Jeremias. Somos feitos à imagem e semelhança de Deus, não das coisas, nem dos ídolos”.
A partir de uma nova realidade de vida proposta na exortação do Santo Padre, e da Celebração do "Dia da Bíblia", neste último Domingo do mês de setembro, deixemo-nos envolver não somente pelo somos ou temos, mas pelo que precisamos ser e fazer para aperfeiçoarmos a nossa semelhança com Deus, e, com a dimensão evangélica de sua Palavra. Busquemos aperfeiçoar a nossa vida pautando-nos pela Palavra de Deus, a fim de que possamos nos preencher das virtudes que nos permitam fazer desta Palavra, Vida de nossa vida.
Estela Márcia
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Santo padre Pio de Pietrelcina (1887-1968)
Padre Pio nasceu no dia
25 de maio de 1887, em Pietrelcina, Itália. Era filho de Gracio Forgione e de
Maria Josefa de Nunzio. No dia seguinte, foi batizado com o nome de Francisco,
e mais tarde seria, de fato, um grande seguidor de são Francisco de Assis.
Aos doze anos, recebeu
os sacramentos da primeira comunhão e do crisma. E aos dezesseis anos, entrou
no noviciado da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, da cidadezinha de
Morcone, onde vestiu o hábito dos franciscanos e tomou o nome de frei Pio.
Terminado o ano de noviciado, fez a profissão dos votos simples e, em 1907, a
dos votos solenes.
Depois da ordenação sacerdotal, em 1910, no
Convento de Benevento, padre Pio, como era chamado, ficou doente, tendo de voltar
a conviver com sua família para tratar sua enfermidade, e lá permaneceu até o
ano de 1916. Quando voltou, nesse ano, foi mandado para o Convento de São João
Rotondo, lugar onde viveu até a morte.
Padre Pio passou toda a
sua vida contribuindo para a redenção do ser humano, cumprindo a missão de
guiar espiritualmente os fiéis e celebrando a eucaristia. Para ele, sua
atividade mais importante era, sem dúvida, a celebração da santa missa. Os
fiéis que dela participavam sentiam a importância desse momento, percebendo a
plenitude da espiritualidade de padre Pio. No campo da caridade social,
esforçou-se por aliviar sofrimentos e misérias de tantas famílias, fundando a
"Casa Sollievo della Sofferenza", ou melhor, a "Casa Alívio do
Sofrimento" em 1956.
Para padre Pio, a fé era
a essência da vida: tudo desejava e tudo fazia à luz da fé. Empenhou-se,
assiduamente, na oração. Passava o dia e grande parte da noite conversando com
Deus. Ele dizia: "Nos livros, procuramos Deus; na oração, encontramo-lo. A
oração é a chave que abre o coração de Deus". Também aceitava a vontade
misteriosa de Deus em nome de sua infindável fé.
Sua máxima preocupação
era crescer e fazer crescer na caridade. Por mais de cinqüenta anos, acolheu
muitas pessoas, que dele necessitavam. Era solicitado no confessionário, na
sacristia, no convento, e em todos os lugares onde pudesse estar todos iam
buscar seu conforto, e o ombro amigo, que ele nunca lhes negava, bem como seu
apoio e amizade. A todos tratou com justiça, lealdade e grande respeito.
Durante muitos anos,
experimentou os sofrimentos da alma, em razão de sua enfermidade e, ao longo de
vários anos, suportou com serenidade as dores das suas chagas.
Quando seu serviço sacerdotal foi posto em dúvida, sendo investigado, padre Pio sofreu muito, mas aceitou tudo com profunda humildade e resignação. Diante das acusações injustificáveis e calúnias, permaneceu calado, sempre confiando no julgamento de Deus, dos seus superiores diretos e de sua própria consciência. Muito consciente dos seus compromissos, aceitava todas as ordens superiores com extrema humildade. E encarnava o espírito de pobreza com seriedade, com total desapego por si próprio, pelos bens terrenos, pelas comodidades e honrarias. Sua predileção era a virtude da castidade.
Desde a juventude, sua saúde sempre inspirou cuidados e, sobretudo nos últimos anos da sua vida, declinou rapidamente. Padre Pio faleceu no dia 23 de setembro de 1968, aos oitenta e um anos de idade. Seu funeral caracterizou-se por uma multidão de fiéis, que o consideravam santo.
Quando seu serviço sacerdotal foi posto em dúvida, sendo investigado, padre Pio sofreu muito, mas aceitou tudo com profunda humildade e resignação. Diante das acusações injustificáveis e calúnias, permaneceu calado, sempre confiando no julgamento de Deus, dos seus superiores diretos e de sua própria consciência. Muito consciente dos seus compromissos, aceitava todas as ordens superiores com extrema humildade. E encarnava o espírito de pobreza com seriedade, com total desapego por si próprio, pelos bens terrenos, pelas comodidades e honrarias. Sua predileção era a virtude da castidade.
Desde a juventude, sua saúde sempre inspirou cuidados e, sobretudo nos últimos anos da sua vida, declinou rapidamente. Padre Pio faleceu no dia 23 de setembro de 1968, aos oitenta e um anos de idade. Seu funeral caracterizou-se por uma multidão de fiéis, que o consideravam santo.
Nos anos que se seguiram
à sua morte, a fama de santidade e de milagres foi crescendo cada vez mais,
tornando-se um fenômeno eclesial, espalhado por todo o mundo.
No ano 1999, o papa João
Paulo II declarou bem-aventurado o padre Pio de Pietrelcina, estabelecendo no
dia 23 de setembro a data da sua festa litúrgica. Depois, o mesmo sumo
pontífice proclamou-o santo, no ano 2002, mantendo a data de sua tradicional
festa.
domingo, 15 de setembro de 2013
RELÍQUIAS DE SANTA TERESINHA NO CARMELO SÃO JOSÉ DE PETRÓPOLIS
As relíquias de Santa Teresinha estiveram presentes na
JMJ/Rio 2013 no mês de julho. E neste final de semana, nos dias 14 e 15
de setembro, se fazem presentes no CARMELO SÃO JOSÉ DE PETRÓPOLIS. Trata-se da
Relíquia de primeiro grau, um pedaço de pele da Santa, e ainda, um pedaço do
hábito, trazido pela representante do Centro de Peregrinação de Lisieux,
Dominique Menevielle, e pela Ir. Marie-Christine.
A Santa Missa com a presença das Relíquias
será às 14:30h, celebrada pelo Pe. Moisés, vigário paroquial da Catedral de
Petrópolis.
Quem foi Santa Teresinha? Santa
Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face é a Santa da ‘pequena via
espiritual’, aquela que se tornou santa pelo caminho bem feito das pequenas
coisas. Falar de Teresinha é falar do AMOR. Ela que aprendeu com a Virgem Maria - a eterna esposa do amor, o
que agrada a Jesus, o seu Doce e Amado Jesus. Com ela aprendemos que o
intelectualismo não é garantia de fé e de experiência de Deus, mas sim a
entrega total ao Amado. Ela é considerada
pela Igreja, “a maior santa dos tempos modernos, é a profetisa e a missionária
encarregada por Deus para ... o Terceiro Milênio. É a mestra, doutora da
ciência do amor, escolhida para nos ensinar os verdadeiros caminhos do
esvaziamento do nosso inchaço intelectual. Ela nos mostra os novos rumos de uma
espiritualidade comprometida com Deus e com a humanidade”, nos afirma Frei
Patrício Sciadini/OCD.
A partir de
experiências simples como esta, de contemplar as Relíquias de Santa Teresinha,
podemos receber de Deus o aumento de nossa Fé e Esperança em nossa caminhada e
vivência do Amor. E quem sabe, o despertar para uma vida interior mais
profunda, como foi a vida de Teresinha, a pequena mística de Lisieux, na
França. Conhecer a Doutora do amor é descortinar a própria vida humana que, por
inúmeras informações deste mundo atual, vai se esterilizando dos maiores bens
que a alma humana pode experimentar e viver, o AMOR DE DEUS.
Estela Márcia
"No mistério da Cruz encontramos a história do homem e a história de Deus" (Papa Francisco)
O mistério da Cruz é um grande mistério para o homem e do
qual se pode aproximar somente através da oração e das lágrimas: foi o que
observou o Papa Francisco na manhã de sábado na Missa presidida por ele na
capela da Casa Santa Marta, no dia em que a Igreja celebra a Festa da Exaltação
da Santa Cruz.
No mistério da Cruz - disse o Papa em sua homilia –
encontramos a história do homem e a história de Deus, sintetizadas pelos Pais
da Igreja, na comparação entre a árvore do conhecimento do bem e do mal, no
Paraíso, e a árvore da Cruz: “Aquela
árvore tinha feito tanto mal, e esta árvore nos leva à salvação, à saúde.
Perdoa aquele mal. Este é o caminho da história humana: um caminho para
encontrar Jesus Cristo Redentor, que dá a sua vida por amor. De fato, Deus não
enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo fosse
salvo por Ele. Esta árvore da Cruz nos salva, todos nós, das consequências
daquela outra árvore, onde teve início a auto-suficiência, o orgulho, a soberba
de querer conhecer, - nós -, tudo, de acordo com a nossa mentalidade, de acordo
com os nossos critérios, também segundo a presunção de ser e de se tornar os
únicos juízes do mundo. Esta é a história do homem: de uma árvore a outra
árvore”.
Na cruz, se encontra também “a história de Deus” -
prosseguiu o Papa Francisco –, “porque podemos dizer que Deus tem uma
história”. De fato, “Ele quis assumir a nossa história e caminhar conosco”: inclinou-se,
se tornando homem, enquanto nós queríamos nos elevar, e assumiu a condição de
servo, sendo obediente até a morte na cruz, para nos levantar: “Deus faz este caminho por amor! Não há
outra explicação: somente o amor faz essas coisas. Hoje olhamos para a Cruz, a
história do homem e a história de Deus. Olhamos para esta cruz, onde se pode
provar mel de aloe, o mel amargo, a doçura amarga do sacrifício de Jesus. Mas
esse mistério é tão grande que por si só não podemos compreender bem este
mistério, não tanto para entender - sim, entender ... - mas experimentar
profundamente a salvação deste mistério. Antes de tudo o mistério da Cruz.
Somente se pode entender um pouquinho, de joelhos, em oração, mas também
através das lágrimas: são as lágrimas que nos aproximam deste mistério”.(...)“Sem
chorar, chorar no coração - disse o Papa - não se poderá jamais entender esse
mistério”. É o choro do arrependimento, o choro do irmão e da irmã que olham
para tantas misérias humanas” e as vêem em Jesus, mas “de joelhos e chorando” e
“nunca sozinhos, nunca sozinhos!”(...)“Para entrar neste mistério, que não é
um labirinto, mas se assemelha um pouco, temos sempre necessidade da Mãe, da
mão da Mãe. Que Ela, Maria, nos faça experimentar quão grande e quão humilde é
este mistério; tão doce como mel e tão amargo como o aloe. Que seja ela a nos
acompanhar neste caminho, que nenhum outro pode fazê-lo além de nós mesmos.
Cada um deve fazê-lo! Com a Mãe, chorando e de joelhos”.
sábado, 14 de setembro de 2013
CONVITE
1º de Outubro de 2013
FESTA DE SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS
Celebração Eucarística
no
Carmelo São José de Petrópolis
SANTA MISSA:
(Com Bênção e distribuição das ROSAS)
8 h - Celebrante: Pe. Luis Melo
18 h - Celebrante: Dom Gregório
Venha e participe conosco!
Av. Barão do Rio Branco, 1.164 - Centro - Petrópolis/RJ
Cep.: 25.680-150 - Tel.: (24) 2242-3434
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