segunda-feira, 5 de outubro de 2015

Quatro anos de Fundação do Grupo São José/OCDS - (22 de Setembro de 2016)

GRUPO SÃO JOSÉ – OCDS

Carmelo São José de Petrópolis

 Quatro anos de Fundação do Grupo São José - (22 de Setembro de 2016)

Agradecendo a Deus pelos quatro anos de Fundação e pela vida de seus membros - adultos e jovens, membros do Grupo São José nos reunimos em torno do Altar do Senhor, no dia dezoito de setembro de 2016, às oito horas da manhã, no Carmelo São José de Petrópolis, berço de sua fundação horas 
Neste dia, colocamo-nos diante de Deus, sob os auspícios da Bem Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo, São José e todos os seus santos carmelitas, a fim de que nos abençoe sempre.
Por: Estela Márcia da Paz
Membro – Fundadora
Formadora


Três anos de Fundação do Grupo São José/OCDS - (22 de Setembro de 2015)

GRUPO SÃO JOSÉ – OCDS

Carmelo São José de Petrópolis

 Três anos de Fundação do Grupo São José - (22 de Setembro de 2015)

Agradecendo a Deus pelos três anos de Fundação e pela vida de seus membros - adultos e jovens, membros do Grupo São José se reuniram em torno do Altar do Senhor, às dezoito horas do dia vinte e dois de setembro de 2015, com a celebração da Santa Missa na Capela do Carmelo São José - local de seu nascimento e de reuniões mensais, sempre que possível.
O Grupo São José teve seu ingresso na Associação Secular da Província São José do Sudeste do Brasil, em 27 de abril de 2014. Destacamos que ao longo destes três anos, à luz do Evangelho e da Doutrina da Igreja, o Grupo vem mantendo-se em obediência à Província e aos diversos serviços pastorais as paróquias onde os seus membros estão inseridos.
 Com uma “Formação permanente”, o Grupo vem buscando, através das obras dos Santos doutores carmelitas, especialmente Santa Teresa - neste tempo forte da celebração dos seus 500 anos de nascimento -, as formações necessárias para viver o carisma e a espiritualidade da Ordem. Assim, a partir das orientações da Província e da Doutrina da Igreja, vêm desenvolvendo as formações propostas.
Neste dia, colocamo-nos diante de Deus, sob os auspícios da Bem Aventurada Virgem Maria do Monte Carmelo, São José e todos os seus santos carmelitas, a fim de que nos abençoe sempre. Estiveram presentes os membros, Edison Silva, Estela Márcia da Paz, Ísis de Oliveira Gonçalves, Jullia Márcia da Paz e Solange da Conceição. Ao final da Santa Missa, o Grupo se reuniu para confraternização, com jantar na casa da Estela e da Jullia. 

Por: Estela Márcia da Paz
Membro – Fundadora
Formadora


sexta-feira, 19 de junho de 2015

Nossa missão é árdua e exigente, mas plena do poder e da alegria de Deus


“Irmãos, 1 como colaboradores de Cristo, nós vos exortamos a não receberdes em vão a graça de Deus, 2 pois ele diz: “No momento favorável, eu te ouvi e no dia da salvação, eu te socorri”. É agora o momento favorável, é agora o dia da salvação. 3 Não damos a ninguém nenhum motivo de escândalo, para que o nosso ministério não seja desacreditado.  4Mas em tudo nos recomendamos como ministros de Deus, com muita paciência, em tribulações, em necessidades, em angústias, 5 em açoites, em prisões, em tumultos, em fadigas, em insônias, em jejuns, 6 em castidade, em compreensão, em longanimidade, em bondade, no Espírito Santo, em amor sincero, 7 em palavras verdadeiras, no poder de Deus, em armas de justiça, ofensivas e defensivas, 8 em honra e desonra, em má ou boa fama; considerados sedutores, sendo, porém, verazes; 9 como desconhecidos, sendo porém, bem conhecidos; como moribundos, embora vivamos; como castigados, mas não mortos; 10 como aflitos, mas sempre alegres; como pobres, mas enriquecendo muitos; como quem nada possui, mas tendo tudo.” (2Cor 6,1-10)

Alma Carmelita

domingo, 7 de junho de 2015

Celebrando o JUBILEU PAROQUIAL – 50 Anos / Manhã de Oração e Louvor à Virgem Maria – 06 de junho de 2015


PROGRAMAÇÃO
  • 08h00min - Início: Exposição do Santíssimo Sacramento com cantos de louvor a Deus e à Virgem Maria.
  • 08h20min - Hino Litúrgico e os Mistérios gozosos e Gloriosos do Santo Rosário. (Com a participação da Assembleia)
  • 10h30min às 11h30min – Adoração Silenciosa
  • 11h30min – Louvor e Bênção do Santíssimo Sacramento
  “Akáthístos”
HINO LITÚRGICO BIZANTINO
À MÃE DE DEUS
 
O hino “Akáthístos” (ou seja, “cantado de pé”) é a mais bela composição mariana do rito bizantino. Canta o mistério da encarnação salvífica do Verbo de Deus, desde a anunciação até à parusia, contemplando a Virgem Mãe indissoluvelmente unida a Cristo e à Igreja.
Composto pouco depois do Concílio de Calcedônia (451), apresenta-se em forma de síntese orante, tudo o que a Igreja dos primeiros séculos acreditou e exprimiu sobre Maria em declarações do magistério e no consenso universal da fé. Recentemente, nos nossos dias, foi proposto pela Igreja a ser cantado como preparação para o Jubileu do ano 2000 e como prelúdio da tão implorada unidade dos cristãos, dom do Espírito Santo. Maria, que concebeu o Verbo encarnado por obra do Espírito Santo e que, durante toda a sua existência, se deixou guiar pela sua ação interior, é a Mãe que ensina a todos os discípulos do Senhor a docilidade à voz do Espírito.
Entre as ocasiões em que se pode utilizar, indica-se, de modo especial, o tempo do Advento e as solenidades de Santa Maria, Mãe de Deus (1º e Janeiro) e da Anunciação do Senhor (25 de Março).
“(...) alegria de louvar Maria com o Hino "Akáthístos", tão querido à tradição oriental. É um cântico todo centrado em Cristo, contemplado à luz da sua Virgem Mãe. Por 144 vezes ele convida-nos a renovar a Maria à saudação do Arcanjo Gabriel: Ave Maria! Repercorremos as etapas da sua existência e louvamos os prodígios realizados nela pelo Omnipotente: desde a concepção virginal, início e princípio da nova criação, até à sua maternidade divina, à partilha da missão do seu Filho, sobretudo nos momentos da sua paixão, morte e ressurreição. Mãe do Senhor ressuscitado e Mãe da Igreja, Maria precede-nos e guia-nos ao conhecimento autêntico de Deus e ao encontro com o Redentor. Ela indica-nos o caminho e mostra-nos o seu Filho. Ao celebrá-la com alegria e gratidão, honramos a santidade de Deus, cuja misericórdia fez maravilhas na sua humilde serva. Saudamo-la com o título de Cheia de graça e imploramos a sua intercessão por todos os filhos da Igreja que, com este Hino Akáthístos, celebra a sua glória.” (São João Paulo II – A oito de dezembro no Jubileu do ano 2000).
 
 
 
AKATHISTOS
HINO LITÚRGICO BIZANTINO À MÃE DE DEUS


Início:

Credo – Pai Nosso – Ângelus (3 Ave Maria)

PARTE NARRATIVA - Episódios evangélicos

1 O mais sublime dos anjos
foi enviado dos céus
para dizer «Ave» à Mãe de Deus.
Vendo-te, Senhor, feito homem
à sua angélica saudação,
deteve-se extasiado diante da Virgem,
aclamando-a assim:

Ave, por ti a alegria resplandece;
Ave, por ti a dor se apaga.
Ave, levantas o Adão decaído;
Ave, resgate do pranto de Eva.
Ave, mistério que excede - a mente humana;
Ave, insondável abismo - aos olhos dos anjos.
Ave, em ti foi erguido - o trono do Rei;
Ave , tu levas Aquele - que tudo sustenta.
Ave, ó estrela que o sol anuncia;
Ave, ó ventre do Deus encarnado.
Ave, por ti a criação se renova;
Ave, por ti o Criador se faz menino.
Ave, Virgem e Esposa!

2. Sabendo Maria de ser a Deus consagrada,
assim a Gabriel dizia:
«A tua mensagem é misteriosa
aos meus ouvidos e incompreensível
ressoa à minha alma.
De uma Virgem um parto tu anuncias», exclamando: Aleluia!


Oração: 1º Mistério Gozoso

3. Desejava a Virgem
entender o mistério,
e ao divino mensageiro pergunta:
«Poderá uma virgem dar à luz um menino?
– Dize-me!».
Com reverência, o anjo respondia, cantando assim:
Ave, tu guia ao supremo Conselho;
Ave, tu prova d'arcano mistério.
Ave, primeiro prodígio de Cristo;
Ave, compêndio de suas verdades.
Ave, escada celeste - por quem veio o Eterno;
Ave, ó ponte que levas - os homens ao céu.
Ave, prodígio cantado - por coros celestes;
Ave, da horda infernal - odioso flagelo.
Ave, inefável, a Luz acendeste;
Ave, o mistério a ninguém revelaste.
Ave, ciência que aos sábios transcende;
Ave, do crente iluminas a mente.
Ave, Virgem e Esposa!

4. A virtude do Altíssimo
a cobriu com sua sombra
e tornou Mãe a Virgem sem núpcias:
o seio por Deus fecundado
tornou-se campo abundante
para todos aqueles que buscam a salvação
e assim aclamam: Aleluia!


Oração: 2º Mistério Gozoso

5. Tendo em seu seio o Senhor,
solícita Maria
visitava sua prima Isabel.
O menino no ventre materno,
ouvindo a saudação, exultou,
e, saltando de alegria,
à Mãe de Deus aclamava:
Ave, sarmento do santo rebento;
Ave, ó ramo do fruto ilibado.
Ave, cultivas o teu Criador;
Ave, tu plantas a Quem planta a vida.
Ave, ó campo que brota - riquíssimas graças;
Ave, ó mesa, farta - de todos os dons.
Ave, tu que germinas - um prado ameno;
Ave, às almas preparas - seguro abrigo.
Ave, incenso de todas as súplicas;
Ave, suave oferenda do mundo.
Ave, clemência de Deus para o homem;
Ave, confiança do homem em Deus.
Ave, Virgem e Esposa!

6. Com o coração tumultuando
e cheio de dúvidas,
o prudente José se debatia.
Sabe que és Virgem intacta
e suspeita secretos esponsais.
Conhecendo-te Mãe
pela ação do Espírito Santo, exclama: Aleluia!


Oração: 3º Mistério Gozoso

7. Os pastores ouviram
os coros dos anjos
que cantavam ao Senhor feito homem.
Correndo, vão ver o Pastor.
Contemplam o Cordeiro inocente
alimentando-se do seio materno
e à Virgem entoam um canto:

Ave, ó Mãe do Cordeiro-Pastor;
Ave, aprisco da grei fiel.
Ave, defesa das feras malignas;
Ave, tu abres a porta do céu.
Ave, por ti o céu - exulta com a terra;
Ave, por ti a terra - se alegra com os céus.
Ave, tu és dos apóstolos - a voz perene;
Ave, tu és do mártir - indômito ardor.
Ave, sustento possante da fé;
Ave, estandarte glorioso da graça.
Ave, por ti é despojado o inferno;
Ave, por ti nos revestimos de glória.
Ave, Virgem e Esposa!

8. Observando a estrela
que a Deus os guiava,
os magos seguiram seu fulgor.
Era lâmpada segura em seu caminho,
que os conduziu ao Rei poderoso.
Chegados ao Deus inatingível,
o aclamam felizes: Aleluia!


Oração: 4º Mistério Gozoso

9. Contemplaram os magos,
no colo materno, Aquele
que plasmou o homen em suas mãos.
Compreenderam ser ele o seu Senhor,
escondido sob o aspecto de servo.
Solícitos, oferecem-lhe seus dons
e à Mãe aclamam:
Ave, ó Mãe do Sol sem ocaso;
Ave, aurora do místico dia.
Ave, tu apagas a forja dos erros;
Ave, Deus-Trino ao crente revelas.
Ave, o odioso tirano - arrancas do trono;
Ave, nos mostras o Cristo - Senhor e Amigo.
Ave, és tu que nos tiras - dos ritos cruéis;
Ave, és tu que nos salvas - das obras do mal.
Ave, destróis o culto do fogo;
Ave, extingues a chama dos vícios.
Ave, tu guia da ciência aos crentes;
Ave, alegria de todos os povos.
Ave, Virgem e Esposa!

10. Mensageiros de Deus
tornaram-se os magos
de volta para suas terras.
Cumpriu-se o antigo oráculo
quando a todos falavam de Cristo,
sem pensar no estulto Herodes,
incapaz de cantar: Aleluia!


Oração: 5º Mistério Gozoso

11. Egito tu iluminas
com o resplendor da verdade,
afugentando as trevas do erro.
À tua passagem os ídolos caíam
não podendo te suportar, Senhor.
E os homens, libertados do engano,
à Virgem aclamam:

Ave, levantas o gênero humano;
Ave, derrota do reino infernal.
Ave, esmagas o erro e a mentira;
Ave, revelas o engano dos ídolos.
Ave, ó mar que engoles - o grão Faraó;
Ave, rochedo que verte - as águas da vida.
Ave, coluna de fogo - que guia nas trevas;
Ave, ó nuvem mais ampla - que cobre o mundo.
Ave, nos deste o maná celestial;
Ave, ministra de santas delícias.
Ave, ó terra por Deus prometida;
Ave, em ti corre o mel e o leite.
Ave, Virgem e Esposa!

12. Simeão, o velho,
já no fim dos seus dias,
estava para deixar a sombra deste mundo.
A ele foste apresentado como Menino,
mas, vendo-te qual Deus poderoso,
admirou o arcano desígnio
e exclamava: Aleluia!


Oração: 1º Mistério Glorioso

PARTE DOGMÁTICA
Os mistérios da fé


13. Renovou o Excelso
as leis deste mundo
quando veio habitar entre nós.
Germinado no seio de uma Virgem,
conserva-o intacto como sempre o fora.
Nós, admirados por este prodígio,
à Virgem santa cantamos:
Ave, ó flor de vida ilibada;
Ave, coroa de casta postura.
Ave, tu mostras a vida futura;
Ave, revelas a vida dos anjos.
Ave, pomar aprazível - que nutre os crentes;
Ave, árvore umbrosa - que a todos abriga.
Ave, no seio levaste - Quem guia os errantes;
Ave, tu deste à luz - Quem resgata os cativos.
Ave, suplicas ao justo Juiz;
Ave, perdão para todo perverso.
Ave, tu veste os despidos da graça;
Ave, do homem supremo desejo.
Ave, Virgem e Esposa!

14. Contemplando o parto milagroso,
e afastados do mundo,
dirigimos a mente para o céu.
O Altíssimo apareceu entre nós
no humilde aspecto humano de um pobre
e eleva ao mais alto da glória
aqueles que cantam: Aleluia!


Oração: 2º Mistério Glorioso

15. A Palavra de Deus infinito
habitava na terra
e enchia os céus.
Sua descida amorosa até o homem
não fez mudar sua suprema morada.
Era o divino parto da Virgem
que ele ouvia cantar:
Ave, morada do Deus infinito;
Ave, tu porta do santo mistério.
Ave, mensagem que inquieta os ímpios;
Ave, dos crentes certíssima glória.
Ave, tu coche de Deus - que os anjos transportam;
Ave, tu assento de Deus - que os anjos adoram.
Ave, só tu que converges - duas coisas opostas;
Ave, só tu és aquela - que é Virgem e Mãe.
Ave, por ti foi remida a culpa;
Ave, por ti Deus abriu os céus.
Ave, tu chave do reino de Cristo;
Ave, esperança de eternos tesouros.
Ave, Virgem e Esposa!

16. Toda a multidão dos anjos,
admirada, contempla
o mistério de Deus encarnado.
Ao Senhor inacessível,
feito homem, admira-o, acessível,
caminhar pelas sendas humanas,
ouvindo cantar: Aleluia!


Oração: 3º Mistério Glorioso

17. Os eloquentes oradores,
como peixes emudecem
diante de ti, santa Mãe do Verbo.
Não compreendem como foi possível
permanecer Virgem depois de ser Mãe.
Nós, teus devotos, o prodígio admiramos
e com fé proclamamos:
Ave, sacrário da arcana sapiência;
Ave, tesouro de sua Providência.
Ave, por ti se confundem os sábios;
Ave, ao rétor impões silêncio.
Ave, por ti se confundem - os grandes doutores;
Ave, por ti desfalecem - os autores de mitos.
Ave, desfazes enredos - de grandes sofistas;
Ave, tu enches as redes - dos pescadores.
Ave, nos livras da grande ignorância;
Ave, nos enches da ciência divina.
Ave, tu barca pra quem quer salvar-se;
Ave, ó porto dos nautas da vida.
Ave, Virgem e Esposa!

18. Para salvar o mundo,
o Criador de todas as coisas
quis vir a ele.
Sendo Deus, tornou-se nosso Pastor
e apareceu entre nós como Cordeiro.
Sendo homem, atrai a si os homens
e como Deus ouve cantar: Aleluia!


Oração: 4º Mistério Glorioso

19. Ó Virgem, Mãe de Cristo,
vindo morar em teu seio,
o divino Criador te fez
o baluarte das virgens
e de quantos a ti recorrem.
Ele nos convida a cantar
em tua honra, ó Ilibada:
Ave, coluna de santa pureza;
Ave, tu porta da vida perfeita.
Ave, início de nova linhagem;
Ave, dispensas as graças divinas.
Ave, tu deste a vida - aos nascidos na culpa;
Ave, tu deste a ciência - aos insensatos.
Ave, ó tu que aniquilas - o grão sedutor;
Ave, ó tu que dos castos - nos dás o Autor.
Ave, regaço de núpcias divinas;
Ave, tu unes os crentes com Deus.
Ave, das virgens tu és Mãe e Mestra;
Ave, tu levas as almas a Deus.
Ave, Virgem e Esposa!

20. É sempre inferior o canto
que presuma engrandecer
as tuas inúmeras virtudes.
Tantos como é a areia da praia
podem ser os nossos hinos, ó Rei Santo,
porém, nunca alcançariam as graças
que destes a quem canta: Aleluia!


Oração: 5º Mistério Glorioso

21. Como tocha luminosa
a iluminar os que jazem nas trevas,
resplandece a Virgem Maria.
Foi ela que acendeu a Luz eterna.
Seu fulgor ilumina as mentes
e é guia à sabedoria divina,
inspirando este canto:
Ave, ó raio do Sol verdadeiro;
Ave, ó facho de Luz perene.
Ave, clarão que ilumina as mentes;
Ave, trovão que os ímpios espanta.
Ave, vieram de ti - os radiosos mistérios;
Ave, brotaram de ti - tios de águas copiosas.
Ave, a imagem és tu - da antiga piscina;
Ave, tu lavas as manchas - dos nossos pecados.
Ave, ó fonte que lava as almas;
Ave, ó taça que verte alegria.
Ave, fragrância do óleo de Cristo;
Ave, ó vida do sacro banquete.
Ave, Virgem e Esposa!

22. Querendo nos perdoar
o primeiro pecado,
Aquele que paga as dívidas de todos
busca asilo no meio dos seus prófugos,
exilando-se livremente do céu.
Rasgando o antigo rescrito,
ouve cantar: Aleluia!


AGRADECIMENTO / SALVE RAINHA

23. Glorificando o teu parto,
todo o universo te louva
qual tabernáculo vivente, ó Senhora.
Colocando sua morada no teu seio
Aquele que segura tudo em sua mão,
o Senhor,
te fez santa e gloriosa,
e nos convida a te louvar:
Ave, ó tenda do Verbo divino;
Ave, maior que o Santo dos Santos.
Ave, ó arca dourada do Espírito;
Ave, tesouro infinito da vida.
Ave, precioso diadema - dos reis piedosos;
Ave, ó glória dos teus - sacerdotes devotos.
Ave, tu és para a Igreja - qual torre possante;
Ave, tu és para o mundo - qual forte defesa.
Ave, por ti levantamos os troféus;
Ave, por ti são vencidos os maus.
Ave, remédio eficaz para o meu corpo;
Ave, ó salvação da minha alma.
Ave, Virgem e Esposa!

24. Digna de todo louvor,
Santa Mãe do Verbo,
Santíssimo entre todos os Santos,
recebe, nesse canto, a nossa oferta.
Salva o mundo de todo perigo;
de todos os males e dos castigos futuros
livra-nos que cantamos: Aleluia!


·         Antes da Bênção do Santíssimo Sacramento:

TROPÁRIO:

A TI Maria, como ao general invencível, meus cantos de vitória. A ti,que me livrastes de meus males, ofereço os meus cantos de reconhecimento. Pois que tens uma força invencível, livra-me de toda espécie de perigos, a fim de que te aclame: Ave, Virgem e Esposa! Somente na primeira sexta-feira da quaresma proclama-se o santo Evangelho. O sacerdote, fazendo uma reverência diante do evangeliário, ergue-o e sai com ele pelas portas santas dirigindo-se ao ambão.

·         Proclamação do Evangelho:

·         São João 2,1-12

GRANDE E INSISTENTE SÚPLICA:

S. Digamos todos, com toda a nossa alma e com todo o nosso espírito:

C. Kyrie, eleison!

S. Senhor todo-poderoso, deus de nossos pais, nós te pedimos: escuta-nos e tem piedade de nós!

C. Kyrie, eleison!

S. Tem piedade de nós, ó Deus, segundo a tua grande misericórdia; nós te suplicamos: escuta-nos e tem piedade de nós!

C. Kyrie, eleison!

S. Oremos pelo nosso Santo Padre o Papa Francisco, pelo nosso Bispo Dom Gregório, pelo nosso Pároco, por todo o clero, diáconos, religiosos, seculares e todo o povo de Deus.

C. Kyrie, eleison!

S. Oremos pelo nosso Brasil, seus governantes e as forças armadas.

C. Kyrie, eleison!

S. Oremos por todos os benfeitores desta venerável Paróquia dedicada a N.S. Imaculada Conceição, por todas as famílias que dela fazem parte, com suas crianças, adolescentes, jovens idosos e enfermos.

C. Kyrie, eleison!

ORAÇÃO:

C. Ó gloriosa, sempre Virgem e bendita Mãe de Deus, ofereça minhas orações a teu Filho e meu Deus, e roga a Ele pela salvação de minha alma. O Pai é minha esperança, o Filho é meu refúgio e o Espírito Santo é meu amparo: Santíssima Trindade, glória a Ti! Em Ti deposito toda a minha esperança, ó Mãe de deus, guarda-me sob tua proteção.

. BÊNÇÃO DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO

 

 

 

 

 

 

 

domingo, 26 de abril de 2015

Oração pelas Vocações do Carmelo Descalço


“Imitem aquilo que celebram” – Disse o Papa Francisco aos sacerdotes.


 
Neste Domingo do Bom Pastor e 52º Dia Mundial de Oração pelas Vocações, o Papa Francisco ordenou 19 novos sacerdotes. A celebração na Basílica de São Pedro teve início às 9h30 e foi concelebrada, entre outros, pelo Cardeal Vigário de Roma Agostino Vallini.
Treze dos ordenados foram formados nos seminários diocesanos de Roma. Nove no Colégio Diocesano “Redemptoris Mater”, três no Pontifício Seminário Romano Maior e um no Seminário de Nossa Senhora do Divino Amor. Dos outros seis, quatro pertencem à Congregação da Família dos Discípulos, um à Ordem Franciscana dos Frades Menores Conventuais e um é de rito malabarense, da Diocese de Thamarassery, Índia. Os novos sacerdotes, assim, são provenientes do Peru, Colômbia, Chile, Coreia do Sul, Croácia, Madagascar, Índia e Itália. Todos tem menos de 40 anos. O mais jovem, completará 28 anos em 2 de junho.
O Papa recordou inicialmente que todo o povo santo de Deus foi constituído povo sacerdotal, “todos nós!”. No entanto, “o Senhor Jesus quis escolher alguns em particular, para que, exercendo publicamente na Igreja em seu nome o exercício sacerdotal em favor de todos os homens, continuassem a sua pessoal missão de mestre, sacerdote e pastor”. O bispo – observou o Santo Padre – arrisca ao refletir sobre um vocacionado e ao escolhê-lo, “assim como o Pai arriscou com cada um de nós”.
Dirigindo-se àqueles que em poucos instantes “seriam promovidos à ordem dos presbíteros”, o Santo Padre recordou que “seriam partícipes da missão de Cristo, único Mestre". "Deem a todos - disse ele - a palavra de Deus que vós mesmos recebestes com alegria. Leiam e meditem assiduamente a Palavra do Senhor para acreditar naquilo que leram, ensinar aquilo que aprenderam na fé e viver aquilo que ensinaram”. E acrescentou:
“E isto seja alimento para o Povo de Deus; que as vossas homilias não sejam monótonas, que as vossas homilias cheguem justamente ao coração das pessoas porque saem do coração de vocês, para que aquilo que vocês dizem a eles seja aquilo que vocês tenham no coração. Assim se dá a Palavra de Deus e a vossa doutrina será alegria e apoio aos fiéis de Cristo, o perfume de vossa vida será o testemunho, para que o exemplo edifique, mas as palavras sem exemplo são palavras vazias, são ideias e não chegam nunca ao coração, e até mesmo fazem mal, não fazem bem!”.
O Papa recordou aos futuros sacerdotes, que quando celebrarem a Missa, devem “reconhecer aquilo que fazem. Não fazer com pressa!”:
“Imitem aquilo que celebram – não é um rito artificial – pois assim participando ao mistério da morte e ressurreição do Senhor, levareis a morte de Cristo nos vossos membros e caminhais com Ele na novidade da vida”.
“Nunca recusem o Batismo a quem o pedir!”, advertiu o Santo Padre. “E com o Sacramento da Penitência, perdoai os pecados em nome de Cristo e da Igreja”:
“E eu, em nome de Jesus Cristo, o Senhor, e da sua Esposa, a Santa Igreja, vos peço para não vos cansarem de serem misericordiosos. No confessionário vocês estarão para perdoar, não para condenar! Imitem o Pai que nunca se cansa de perdoar”.
Ao continuar a traçar o perfil de um verdadeiro sacerdote, Francisco advertiu:
“Conscientes de terem sido escolhidos entre os homens e constituídos a seu favor para esperar as coisas de Deus, exerçam na alegria e na caridade sincera a obra sacerdotal de Cristo, unicamente com a intenção de agradar a Deus e não vós próprios. É feio um sacerdote que vive para agradar a si mesmo....É um pavão!”.
Por fim, o Papa exorta a serem “ministros da unidade na Igreja, na família”, para conduzi-la a Deus Pai por meio de Cristo no Espírito Santo”, tendo sempre diante dos olhos “o exemplo do Bom Pastor, que não veio para ser servido, mas para servir; não para permanecer nas suas comodidades, mas para sair e buscar e salvar aquilo que estava perdido”.

 

 

O ‘Bom Pastor’ pensa nas ovelhas e doa a si mesmo. – Disse o Papa Francisco



Neste IV Domingo de Páscoa, após ordenar 19 sacerdotes na Basílica vaticana, o Papa Francisco assomou à janela do apartamento Pontifício para recitar a Oração do Regina Coeli na presença dos milhares de peregrinos presentes na Praça São Pedro. Em sua reflexão, que precede a oração, o Santo Padre falou de Jesus como o ‘Bom Pastor’, como recorda a liturgia deste domingo.
Cristo é pastor verdadeiro, disse o Papa, pois ao oferecer livremente a própria vida, “realiza o modelo mais alto de amor pelo rebanho”. Em contraposição ao verdadeiro, Francisco explica que o falso pastor “pensa em si mesmo e explora as ovelhas”. O bom pastor, pelo contrário, “pensa nas ovelhas e doa a si mesmo”:
“Diferentemente do mercenário, Cristo pastor é um guia atento que participa da vida de seu rebanho, não busca outro interesse, não tem outra ambição do que guiar, nutrir, proteger as suas ovelhas. E tudo isto ao preço mais alto, o do sacrifício de sua própria vida”.
O Papa explicou, que na figura de Jesus, pastor bom, podemos “contemplar a Providência de Deus, a sua solicitude paterna por cada um de nós”:
“É realmente um amor surpreendente e misterioso, porque dando-nos Jesus como Pastor que dá a vida por nós, o Pai nos deu tudo aquilo que de maior e precioso poderia nos dar! É o amor mais alto e mais puro, porque não é motivado por nenhuma necessidade, não é condicionado por nenhum cálculo, não é motivado por nenhum interessado desejo de troca. Diante deste amor de Deus, nós experimentamos uma alegria imensa e nos abrimos ao reconhecimento por aquilo que recebemos gratuitamente”.
Mas somente contemplar e agradecer não basta – advertiu Francisco, “é necessário seguir o Bom Pastor”, especialmente aqueles que têm a missão de guia na Igreja, como sacerdotes, Bispos, Papas:
“São chamados a assumir, não a mentalidade do administrador, mas a de servo, à imitação de Jesus que, despojando-se de si mesmo, nos salvou com a sua misericórdia. A este estilo pastoral, de Bom Pastor, são chamados também os novos sacerdotes da Diocese de Roma, que tive a alegria de ordenar esta manhã na Basílica de São Pedro”.
O Santo Padre conclui, pedindo a Maria Santíssima que conceda para ele, para os bispos e para os sacerdotes de todo o mundo a graça de servir o povo santo de Deus, mediante a “gloriosa pregação do Evangelho, a celebração dos Sacramentos e a paciente e humilde guia pastoral”.
Após recitar a Oração do Regina Coeli, o Papa Francisco expressou sua proximidade às vítimas do terremoto que abalou o Nepal. Em solidariedade, um grande aplauso ecoou na Praça São Pedro:
“Desejo assegurar a minha proximidade às populações atingidas por um forte terremoto no Nepal e nos países vizinhos. Rezo pelas vítimas, pelos feridos e por todos aqueles que sofrem por causa desta calamidade. Que tenham o apoio da solidariedade fraterna. E rezemos a Nossa Senhora para que lhes seja próxima".
Após, o Pontífice recordou que neste domingo, no Canadá, é proclamada Beata a Irmã Maria Elisa Turgeon, fundadora das Irmãs de Nossa Senhora do Rosário de São Germano, “uma religiosa exemplar, dedicada à oração, ao ensinamento nos pequenos centros de sua diocese e às obras de caridade. Demos graças ao Senhor por esta mulher, modelo de vida consagrada a Deus e de generoso empenho a serviço do próximo”.
Por fim, saudou os numerosos grupos presentes na Praça, em especial os poloneses, vindos por ocasião do primeiro aniversário da canonização de João Paulo II.