sábado, 13 de outubro de 2012

Paróquia N.S.Imaculada Conceição acolhe o XVIII ADORAI!

 
XVIII ADORAI, 1º Dia/Pré-Adorai!
 
            O Adorai é uma das expressões da Igreja Diocesana no trabalho com os jovens. Trata-se de um Congresso Jovem dividido em dois momentos, o primeiro dia, um encontro dedicado as lideranças juvenis das 43 Paróquias da Diocese, e, o segundo dia, é o encontro com os demais jovens, suas famílias, seminaristas e todos os padres, todos ao redor do Pastor da Diocese - o Bispo, porém este ano, a presença será do Monsenhor Paulo Daher, o qual vinha administrando a Diocese até a nomeação do novo Bispo (já nomeado nesta última quarta-feira, 10 de outubro de 2012, como já relatamos).
            Hoje, em seu primeiro momento, o PRÉ-ADORAI está sendo realizado na Comunidade de Santa Catarina. Este dia está sendo de formação, oração e missão.
 


 

"Feliz o ventre que te trouxe e os seios que te amamentaram”

            "Como havia prometido aos nossos pais em favor de Abraão e de sua descendência para sempre (Lc 1,55)." Era este canto que ressoava em minha alma nesta manhã. Trecho final do Cântico de Nossa Senhora a Deus - Magnificat, em resposta as palavras de Isabel sua parenta, "Feliz és tu que creste, pois se hão de cumprir tudo que da parte do Senhor te foram ditas" (Lc 1,45). É com alegria que toda alma recebe do Espírito Santo de Deus a unção e a confirmação por se confiam às mãos de Maria Santíssima.
            Saudamos no dia de ontem a "Mãe de Deus e nossa..." em todos os cantos do Brasil, onde a Mãe Aparecida incansavelmente se dedica em todos os dias do ano com sua maternal intercessão ao Pai e ao Filho, no Espírito Santo. E nesta manhã, nos unimos à mulher que do meio da multidão - no Evangelho de Lc 11,27, profere o maior elogio evangélico a Maria, Mãe de Jesus: “Feliz o ventre que te trouxe e os seios que te amamentaram”.
 
            O grande achado dessa mulher está no tudo que ela presenciara com Jesus. Ao lermos e meditarmos atentamente os versículos anteriores deste Evangelho, percebemos que a mulher presenciara a libertação de um mudo e o ensinamento frente às críticas de alguns que ali estavam, onde o Mestre e Senhor, penetra os seus pensamentos e adverte-os, a respeito do cuidado de se manterem puros, porém, preparados e atentos a sua palavra e seus ensinamentos. No encontro com Jesus, a mulher percebeu o "poder" do Senhor, e Dele, recebeu o grande ensinamento de todos os tempos e para todos os tempos: “Muito mais felizes são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática” (Lc 1,28).
                Portanto irmãos, somos convidados neste dia ao grande chamado - meditado no mês de setembro em toda Igreja, ler, meditar e por em prática a Palavra de Deus. O Salmo 104 da liturgia deste dia nos ajudará a compreender a dimensão de ser e estar a serviço da Palavra do Senhor, neste mês missionário, neste "Ano da Fé": "Cantai, entoai salmos para ele, publicai todas as suas maravilhas!"
                Que neste "Ano da Fé" - proclamado pelo Santo Padre, o Papa Bento XVI, no último dia 11 de outubro de 2012, possamos nos deixar conduzir pela Palavra do Senhor publicando e dando testemunho de nossa fé a partir do anúncio missionário do Evangelho, e, das maravilhas que o Senhor operou em nossas vidas.
                Nos unimos então, a Nossa Senhora para podermos, como discípulos do Senhor, tomar posse de sua promessa de "bem aventurança", colocando em prática a Boa Nova da salvação. Boa Nova que exige de nós o comprometimento com o louvor e o anúncio da Palavra do Senhor.
                Estela Márcia

 



sexta-feira, 12 de outubro de 2012

O Papa Bento XVI e as indulgências do Ano da Fé (2012-2013)

 
           O Papa Bento XVI decidiu conceder aos fiéis a indulgência plenária durante o Ano da Fé que que poderá ser obtida a partir do seu início no dia 11 de outubro de 2012, até o seu encerramento no dia 24 de novembro de 2013. Assim o estipula o decreto divulgado hoje pelo Vaticano, assinado pelo Cardeal portugês Manuel Monteiro de Castro e pelo Bispo Krzysztof Nykiel, respectivamente Penitenciário Mor e Regente da Penitenciaria Apostólica. O texto assinala que durante todo o ano do Ano da Fé, obterão a indulgência plenária "da pena temporária pelos próprios pecados repartida pela misericórdia de Deus, aplicável em sufrágio das almas dos fiéis defuntos, todos os fiéis verdadeiramente arrependidos, devidamente confessados, que tenham comungado sacramentalmente e que rezem segundo as orações do pontífice".
Segundo o Decreto "Urbis et Orbis", publicado pela Penitenciaria Apostólica, as condições para lucrar tal indulgência plenária são as seguintes:

a) participar pelo menos em três momentos de pregação durante as Missões, ou em três lições sobre as Atas do Concílio Vaticano II e sobre Artigos do Catecismo da Igreja Católica, em qualquer igreja ou lugar idôneo;

b) visitar em forma de peregrinação uma Basílica Papal, uma catacumba cristã, uma Catedral, ou um lugar santo designado pelo ordinário do lugar para o Ano da Fé (por exemplo entre as Basílicas Menores e os Santuários dedicados à Virgem Maria, aos Santos Apóstolos e aos Santos Patronos), participando aí em alguma sagrada celebração ou pelo menos recolhendo-se por algum tempo em meditação, concluindo com a recitação do Pai-Nosso, a Profissão de Fé em qualquer forma legítima, as invocações à Virgem Santa Maria e, segundo os casos, aos Santos Apóstolos e Patronos;

c) nos dias determinados pelo Ordinário do lugar para o Ano da Fé (por exemplo, nas solenidades do Senhor, da Virgem Maria, nas festas dos Santos Apóstolos e Patronos, na Cátedra de S. Pedro) participar num lugar sagrado numa solene eucaristia ou na liturgia das horas, juntando-lhe a Profissão de Fé em qualquer forma legítima;

d) renovar as promessas batismais em qualquer forma legítima num dia livremente escolhido, durante o Ano da Fé, por ocasião de uma a piedosa visita ao batistério ou outro lugar onde se recebeu o batismo. O decreto da Penitenciária Apostólica assinala também que os bispos diocesanos ou eparquiales e os que estão equiparados a eles por direito, nos dias oportunos ou com ocasião das celebrações principais, poderão repartir a Bênção Papal com a Indulgência plenária aos fiéis.
O documento conclui recordando que os fiéis que "por enfermidade ou justa causa" não possam sair de casa ou do lugar onde se encontrem, também poderão obter a indulgência plenária.

Para isso deverão estar "unidos com o espírito e o pensamento aos fiéis pressente, particularmente quando as palavras do Supremo Pontífice ou dos bispos diocesanos sejam transmitidas pelo rádio ou televisão, (e) rezem, ali onde se encontrem, o Pai Nosso, a Profissão de fé em qualquer forma legítima e outras orações conforme à finalidade do Ano da Fé oferecendo seus sofrimentos ou os problemas de sua vida".

Solenidade de N. S. Aparecida (Breve histórico)


            Na segunda quinzena de outubro de 1717, três pescadores, Filipe Pedroso, Domingos Garcia e João Alves, ao lançarem sua rede para pescar nas águas do Rio Paraíba, colheram a Imagem de Nossa Senhora da Conceição, no lugar denominado Porto do Itaguassu. Filipe Pedroso levou-a para sua casa conservando-a consigo até 1732, quando a entregou a seu filho Atanásio Pedroso. Este construiu um pequeno oratório onde colocou a Imagem da Virgem que ali permaneceu até 1743. Todos os sábados, a vizinhança reunia-se no pequeno oratório para rezar o terço. Devido à ocorrência de milagres, a devoção a Nossa Senhora começou a se divulgar, com o nome dado pelo povo de Nossa Senhora Aparecida. A 26 de julho de 1745 foi inaugurada a primeira Capela. Como esta, com o passar dos anos, não comportasse mais o número de devotos, iniciou-se em 1842 a construção de um novo templo inaugurado a 8 de dezembro de 1888. Em 1893, o Bispo diocesano de São Paulo, Dom Lino Deodato Rodrigues de Carvalho, elevou-o à dignidade de “Episcopal Santuário de Nossa Senhora da Conceição Aparecida”. A 8 de setembro de 1904, por ordem do Papa Pio X, a Imagem milagrosa foi solenemente coroada, e a 29 de abril de 1908 foi concedido ao Santuário o título de Basílica menor. O Papa Pio XI declarou e proclamou Nossa Senhora Aparecida Padroeira do Brasil a 16 de julho de 1930, “para promover o bem espiritual dos fiéis e aumentar cada vez mais a devoção à Imaculada Mãe de Deus”. A 5 de março de 1967 o Papa Paulo VI ofereceu a “Rosa de Ouro” à Basílica de Aparecida. Em 1952 iniciou-se a construção da nova Basílica Nacional de Nossa Senhora Aparecida, solenemente dedicada pelo Papa João Paulo II a 4 de julho de 1980. (Ofício das Leituras - Liturgia das Horas)
Estela Márcia

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Obrigada Senhor, pelo novo Pastor!

Estela Márcia

Mensagem de Dom Gregório Paixão, Bispo eleito de Petrópolis, aos irmãos e irmãs da Diocese de Petrópolis

Tão logo o Sr. Núncio Apostólico no Brasil, Dom Giovanni d`Aniello, comunicou-me que Sua Santidade, o Papa Bento XVI, chamou-me para o ministério de pastorear a Igreja de Jesus Cristo que está em Petrópolis, meu coração se encheu de alegria, por entender que a obra à qual estou sendo chamado é para o Senhor, como nos ensina o Salmista: “Não a nós, ó Senhor, não a nós… ao vosso Nome, porém, seja a gloria” (Sl 113,9). Concretiza-se, então, o lema que escolhi para o meu episcopado: “Preparar os caminhos do Senhor” (Jo 1,23). Desse modo, confiando unicamente na misericórdia de Deus e reconhecendo-me pecador e limitado, aceitei o que me fora pedido pelo Santo Padre.
Na espera da publicação oficial, permaneci em oração, rezando por mim e por vocês, colocando-me sob a proteção de Nossa Senhora do Amor Divino e de São Pedro de Alcântara, padroeiro desta Diocese. Peço, assim, a oração de cada irmão e irmã, pois estou convicto de que serei, desde agora, acompanhado pelo coração orante de todos.
Saúdo, em primeiro lugar, o meu antecessor e que foi meu professor na Teologia, Dom Filippo Santoro, hoje Arcebispo de Taranto, na Itália. Irei substituí-lo com a humildade de um ex-aluno que bebeu na fonte de sua sabedoria e do seu testemunho.
Saúdo, ainda, o Mons. Paulo Elias Daher Chedier, Administrador Diocesano, que conduziu a Diocese de Petrópolis com prudência e solicitude, durante o período de vacância.
Reverencio os Srs. Bispos do Regional Leste I da CNBB, com os quais trabalharei em plena comunhão, em especial a Dom José Francisco Rezende Dias, Arcebispo de Niterói.
Com paternal afeto abraço os Sacerdotes, Diáconos Permanentes e Seminaristas; os Religiosos e Religiosas; os Consagrados e Consagradas; os Cristãos Leigos e as Cristãs Leigas. Com todos desejo trabalhar na evangelização, atento ao que o Espírito diz hoje à Igreja, buscando servir a todos e não medindo esforços para o crescimento do povo de Deus.
Saúdo a todas as excelentíssimas Autoridades Civis e Militares e aos Habitantes dos municípios que compõem nossa Diocese: Areal, Guapimirim, Magé, Paraíba do Sul, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Teresópolis e Três Rios, com todas as suas paróquias, bairros e comunidades.
Aos irmãos cristãos de outras igrejas e denominações saúdo com o afeto e a oração de Jesus: “A fim de que todos sejam um… para que o mundo creia que Tu me enviaste” (Jo 17,21). Cumprimento, ainda, todas as pessoas que professam a existência de Deus e a todos os homens e mulheres de boa vontade que desejam construir, conosco, um mundo de justiça e de paz.
Cumprimento, também, àqueles que se empenham na política, na educação e na cultura, com destaque para os que pertencem à Universidade Católica de Petrópolis, assim como a todos os trabalhadores e trabalhadoras em todas as profissões, ofícios e serviços.
Minha palavra especial se dirige aos mais empobrecidos, doentes, desempregados, sofredores, sem teto e marginalizados. Para eles recordo a palavra de Jesus, mostrando-nos os sinais da alegria do novo Reino implantado: “… os cegos vêem, os coxos andam, os leprosos são limpos, os surdos ouvem… e o Evangelho é anunciado aos pobres” (Mt 11,5). Não medirei esforços para trabalhar, junto com os que sonham com um mundo fraterno e solidário, para que nenhum homem e mulher de nossa Diocese se sinta rejeitado, esquecido ou durma com fome. Saúdo, com especial carinho, as crianças, os adolescentes e os jovens, que são a alegria e a esperança de nossa Igreja.
Essa minha saudação apresenta o coração de um irmão que deseja conhecê-los, ouvi-los e caminhar junto com todos. Não tenho fórmulas prontas e estou convicto que sozinho nada posso. Entretanto, sinto-me encorajado e profundamente feliz por saber que contarei com as orações e o apoio de todos vocês.
Finalmente, assumindo as palavras do Apóstolo Paulo, envio-lhes o meu fraterno abraço e a minha saudação: “A graça do Senhor Jesus Cristo esteja convosco. Eu vos amo a todos vós em Cristo Jesus” (2Cor 16,24s). Deus os abençoe!

Salvador, 10 de outubro de 2012.

Dom Gregório Paixão, OSB
Bispo eleito de Petrópolis

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

DOM GREGÓRIO PAIXÃO, seja bem vindo!

 
Neste dia 10 de outubro de 2012, o Papa Bento XVI nomeou bispo da Diocese de Petrópolis: Dom Gregório Paixão, OSB (Leozírio Paixão Neto) (Aracaju,3 de Novembrode 1964), é um monge beneditino,
Deus seja louvado por essa dádiva que a nossa Diocese de Petrópolis está recebendo neste dia memorável!
N. S. do Amor Divino, rogai por nós!
N. S. de Montserat, rogai por nós!
São Bento e Santa Escolástica, rogai por nós!
Santa Teresa, Santa Teresinha e São João da Cruz, intercedei por nós!
 
Biografia
Dom Gregório realizou seus estudos fundamental e médio no Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Aracaju. Estudou filosofia e teologia no Instituto de Teologia dos Beneditinos no Rio de Janeiro (afiliado ao Pontifício Ateneu Santo Anselmo, Roma). Realizou estudos complementares em Antropologia na Universidade Livre de Amsterdam, Países Baixos. Estudou piano e órgão no Instituto de Música da Universidade Católica de São Salvador.
Dom Gregório ingressou no noviciado da Ordem de São Bento em 1984, no Mosteiro de São Bento da Bahia. Fez sua profissão simples em 7 de dezembro de 1986 e emitiu seus votos solenes no dia 8 de dezembro de 1989.
Recebeu a ordenação diaconal no dia 18 de junho de 1992, das mãos de Dom Ricardo Josef Weberberger, OSB. No dia 21 de março de 1993, o Cardeal Moreira Neves conferiu-lhe a ordenação presbiteral.
No dia 7 de julho de 2006 o Papa Bento XVI nomeou Dom Gregório Paixão para a função de bispo auxiliar de Salvador, com a sede titular de Ficus.
No dia 29 de julho de 2006, Dom Gregório recebeu a ordenação episcopal pelas mãos do Arcebispo de Salvador, Dom Geraldo Majella e de Dom João Carlos Petrini e Dom Josafá Menezes da Silva.
Dentre os bispos auxiliares, Dom Gregório é um dos mais populares, tendo grande aceitação entre os fiéis católicos de Salvador. É um homem de cultura considerável e de semblante sempre sorridente e receptivo a todos. De caráter conciliador e espontâneo, possui grande penetração em todos os movimentos da Igreja na Arquidiocese de Salvador.
Não apoiava abertamente a implantação da Missa Tridentina e os movimentos mais tradicionais apenas por respeito a seu superior, Dom Geraldo Majella Agnelo, embora os compreenda e, em determinados momentos, até os defenda. Em síntese, é um bispo respeitável, sensato e dotado de grande cultura.
Aos 25 de junho de 2011 teve seu nome divulgado como membro da Comissão Episcopal Pastoral para a Cultura, Educação, Ensino Religioso e Universidades da CNBB.
 
Obras publicadas
São Bento, um Mestre para o nosso tempo
Devocionário de Santa Escolástica
Como ensinar seu filho a estudar
Fábulas de La Fontaine
Ligações externas
Dom Gregório Paixão Arquidiocese de São Salvador da Bahia
Bishop Gregório (Leozírio) Paixão Neto, O.S.B. Catholic hierarchy (em inglês)
 
Precedido por
Dom Filippo Santoro
Bispo de Petrópolis
2012 - Atualidade
Sucedido por
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