domingo, 15 de setembro de 2013

RELÍQUIAS DE SANTA TERESINHA NO CARMELO SÃO JOSÉ DE PETRÓPOLIS


As relíquias de Santa Teresinha estiveram presentes na JMJ/Rio 2013 no mês de julho. E neste final de semana, nos dias 14 e 15 de setembro, se fazem presentes no CARMELO SÃO JOSÉ DE PETRÓPOLIS. Trata-se da Relíquia de primeiro grau, um pedaço de pele da Santa, e ainda, um pedaço do hábito, trazido pela representante do Centro de Peregrinação de Lisieux, Dominique Menevielle, e pela Ir. Marie-Christine.

A Santa Missa com a presença das Relíquias será às 14:30h, celebrada pelo Pe. Moisés, vigário paroquial da Catedral de Petrópolis.
Quem foi Santa Teresinha? Santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face é a Santa da ‘pequena via espiritual’, aquela que se tornou santa pelo caminho bem feito das pequenas coisas. Falar de Teresinha é falar do AMOR. Ela que aprendeu com a Virgem Maria - a eterna esposa do amor, o que agrada a Jesus, o seu Doce e Amado Jesus. Com ela aprendemos que o intelectualismo não é garantia de fé e de experiência de Deus, mas sim a entrega total ao Amado. Ela é considerada pela Igreja, “a maior santa dos tempos modernos, é a profetisa e a missionária encarregada por Deus para ... o Terceiro Milênio. É a mestra, doutora da ciência do amor, escolhida para nos ensinar os verdadeiros caminhos do esvaziamento do nosso inchaço intelectual. Ela nos mostra os novos rumos de uma espiritualidade comprometida com Deus e com a humanidade”, nos afirma Frei Patrício Sciadini/OCD.
            A partir de experiências simples como esta, de contemplar as Relíquias de Santa Teresinha, podemos receber de Deus o aumento de nossa Fé e Esperança em nossa caminhada e vivência do Amor. E quem sabe, o despertar para uma vida interior mais profunda, como foi a vida de Teresinha, a pequena mística de Lisieux, na França. Conhecer a Doutora do amor é descortinar a própria vida humana que, por inúmeras informações deste mundo atual, vai se esterilizando dos maiores bens que a alma humana pode experimentar e viver, o AMOR DE DEUS.
Estela Márcia

 

"No mistério da Cruz encontramos a história do homem e a história de Deus" (Papa Francisco)


O mistério da Cruz é um grande mistério para o homem e do qual se pode aproximar somente através da oração e das lágrimas: foi o que observou o Papa Francisco na manhã de sábado na Missa presidida por ele na capela da Casa Santa Marta, no dia em que a Igreja celebra a Festa da Exaltação da Santa Cruz.
No mistério da Cruz - disse o Papa em sua homilia – encontramos a história do homem e a história de Deus, sintetizadas pelos Pais da Igreja, na comparação entre a árvore do conhecimento do bem e do mal, no Paraíso, e a árvore da Cruz: “Aquela árvore tinha feito tanto mal, e esta árvore nos leva à salvação, à saúde. Perdoa aquele mal. Este é o caminho da história humana: um caminho para encontrar Jesus Cristo Redentor, que dá a sua vida por amor. De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por Ele. Esta árvore da Cruz nos salva, todos nós, das consequências daquela outra árvore, onde teve início a auto-suficiência, o orgulho, a soberba de querer conhecer, - nós -, tudo, de acordo com a nossa mentalidade, de acordo com os nossos critérios, também segundo a presunção de ser e de se tornar os únicos juízes do mundo. Esta é a história do homem: de uma árvore a outra árvore”.
Na cruz, se encontra também “a história de Deus” - prosseguiu o Papa Francisco –, “porque podemos dizer que Deus tem uma história”. De fato, “Ele quis assumir a nossa história e caminhar conosco”: inclinou-se, se tornando homem, enquanto nós queríamos nos elevar, e assumiu a condição de servo, sendo obediente até a morte na cruz, para nos levantar: “Deus faz este caminho por amor! Não há outra explicação: somente o amor faz essas coisas. Hoje olhamos para a Cruz, a história do homem e a história de Deus. Olhamos para esta cruz, onde se pode provar mel de aloe, o mel amargo, a doçura amarga do sacrifício de Jesus. Mas esse mistério é tão grande que por si só não podemos compreender bem este mistério, não tanto para entender - sim, entender ... - mas experimentar profundamente a salvação deste mistério. Antes de tudo o mistério da Cruz. Somente se pode entender um pouquinho, de joelhos, em oração, mas também através das lágrimas: são as lágrimas que nos aproximam deste mistério”.(...)“Sem chorar, chorar no coração - disse o Papa - não se poderá jamais entender esse mistério”. É o choro do arrependimento, o choro do irmão e da irmã que olham para tantas misérias humanas” e as vêem em Jesus, mas “de joelhos e chorando” e “nunca sozinhos, nunca sozinhos!”(...)“Para entrar neste mistério, que não é um labirinto, mas se assemelha um pouco, temos sempre necessidade da Mãe, da mão da Mãe. Que Ela, Maria, nos faça experimentar quão grande e quão humilde é este mistério; tão doce como mel e tão amargo como o aloe. Que seja ela a nos acompanhar neste caminho, que nenhum outro pode fazê-lo além de nós mesmos. Cada um deve fazê-lo! Com a Mãe, chorando e de joelhos”.



 

sábado, 14 de setembro de 2013

CONVITE

1º de Outubro de 2013

FESTA DE SANTA TERESINHA DO MENINO JESUS

Celebração Eucarística
no
Carmelo São José de Petrópolis

SANTA MISSA:
(Com Bênção e distribuição das ROSAS)

8 h - Celebrante: Pe. Luis Melo
18 h - Celebrante: Dom Gregório  

Venha e participe conosco!


Av. Barão do Rio Branco, 1.164 - Centro - Petrópolis/RJ
Cep.: 25.680-150 - Tel.: (24) 2242-3434

Dia da Exaltação da SANTA CRUZ!!!


A glória e a exaltação de Cristo é a Cruz

Celebramos a festa da cruz; por ela as trevas são repelidas e volta a luz. Celebramos a festa da cruz e junto com o Crucificado somos levados para o alto para que, abandonando a terra com o pecado, obtenhamos os céus. A posse da cruz é tão grande e de tão imenso valor que seu possuidor possui um tesouro. Chamo com razão tesouro aquilo que há de mais belo entre todos os bens pelo conteúdo e pela fama. Nele, por ele e para ele reside toda a nossa salvação, e é restituída ao seu estado original.  
Se não houvesse a cruz, Cristo não seria crucificado. Se não houvesse a cruz, a vida não seria pregada ao lenho com cravos. Se a vida não tivesse sido cravada, não brotariam do lado as fontes da imortalidade, o sangue e a água, que lavam o mundo. Não teria sido rasgado o documento do pecado, não teríamos sido declarados livres, não teríamos provado da árvore da vida, não se teria aberto o paraíso. Se não houvesse a cruz,a morte não teria sido vencida e não teria sido derrotado o inferno.  
É, portanto, grande e preciosa a cruz. Grande sim, porque por ela grandes bens se tornaram realidade; e tanto maiores quanto, pelos milagres e sofrimentos de Cristo, mais excelentes quinhões serão distribuídos. Preciosa também porque a cruz é paixão e vitória de Deus: paixão, pela morte voluntária nesta mesma paixão; e vitória porque o diabo é ferido e com ele a morte é vencida. Assim, arrebentadas as prisões dos infernos, a cruz também se tornou a comum salvação de todo o mundo.  
É chamada ainda de glória de Cristo, e dita a exaltação de Cristo. Vemo-la como o cálice desejável e o termo dos sofrimentos que Cristo suportou por nós. Que a cruz seja a glória de Cristo, escuta-o a dizer: Agora, o Filho do homem é glorificado e nele Deus é glorificado e logo o glorificará (Jo 13,31-32). E de novo: Glorifica-me tu, Pai, com a glória que tinha junto de ti antes que o mundo existisse (Jo 17,5). E repete: Pai, glorifica teu nome. Desceu então do céu uma voz: Glorifiquei-o e tornarei a glorificar (Jo 12,28), indicando aquela glória que então alcançou na cruz.  
Que ainda a cruz seja a exaltação de Cristo, escuta o que ele próprio diz: Quando eu for exaltado, atrairei então todos a mim (cf. Jo 12,32). Bem vês que a cruz é a glória e a exaltação de Cristo. (Ofício das Leituras - Dos Sermões de Santo André de Creta, bispo - Séc.VIII)



sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Os Conselhos do Papa Francisco...

13 de setembro

"Jesus é o sol, Maria é a aurora que preanuncia o seu surgimento."
(Papa Francisco)

Os Conselhos do Papa Francisco ...



"Seguir a Jesus significa compartilhar o seu amor
misericordioso por todos os seres humanos." (Papa Francisco)


"As fofocas são criminosas, pois matam Deus e o próximo..." (Papa Francisco)

“Por que reparas no argueiro que está no olho de teu irmão, e não reparas na trave que está no teu próprio olho?”: Papa Francisco iniciou sua homilia com a pergunta feita por Jesus que mexe com a consciência de todos os homens, de todos os tempos. O Papa observou que Cristo, após falar da humildade, nos fala do seu oposto, ou seja, “daquela atitude odiosa para com o próximo, de ser juiz do irmão”. Para estes casos, Jesus usa uma palavra dura: hipócrita: “Aqueles que vivem julgando o próximo, falando mal do outro, são hipócritas, porque não têm a força, a coragem de olhar para os próprios defeitos. O Senhor afirma que quem tem no coração ódio do seu irmão, é um homicida... Também o Apóstolo João, na sua primeira Carta, é claro: quem odeia e julga o seu irmão caminha nas trevas.” Para o Papa, todas as vezes que julgamos os nossos irmãos no nosso coração e, pior, falamos disso com outras pessoas, somos “cristãos homicidas”: “Um cristão homicida … Não sou eu quem digo, eh?, é o Senhor. E sobre este ponto, não há meio termo. Quem fala mal do irmão, o mata. E nós, todas as vezes que o fazemos, imitamos aquele gesto de Caim, o primeiro homicida da história”.
Francisco acrescenta que neste período em que se fala de guerras e se pede tanto a paz, “é necessário um nosso gesto de conversão”. “As fofocas – advertiu – fazem parte desta dimensão da criminalidade. Não existe fofoca inocente”. A língua, disse ainda citando São Tiago, é para louvar o Senhor, “mas quando a usamos para falar mal do irmão ou da irmã, nós a usamos para matar Deus”, “a imagem de Deus no irmão”.
Não vale a argumentação de que alguém mereça intrigas. “Reze por essa pessoa! Faça penitência por ela! E depois, se necessário, fale com alguém que possa remediar o problema. Sem espalhar a notícia!’. Paulo foi um grande pecador, e disse de si mesmo: ‘Antes eu blasfemava, perseguia e era violento. Mas tiveram misericórdia’. Talvez nenhum de nós blasfeme – talvez. Mas se alguém faz intriga, certamente é um perseguidor e um violento. Peçamos para nós, para toda a Igreja, a graça de nos converter da criminalidade das intrigas ao amor, à humildade, à mansidão, à magnanimidade do amor para com o próximo”.