domingo, 7 de abril de 2013

Saudemos a Rainha do Céu ou Regina Coeli!

Rainha do Céu é saudação feita a nossa Senhora durante o Tempo Pascal.  Regina Coeli ou Regina Caeli é a oração feita 06h00, 12h00 e às 18h00, durante todoo Tempo Pascal. Ela substitui a oração do Angelus, feita nos outros dias.

Oração
V.: Rainha do céu, alegrai-vos! Aleluia!
R.: Porque quem merecestes trazer em vosso seio. Aleluia!
V. :Ressuscitou como disse! Aleluia!
R.: Rogai a Deus por nós! Aleluia!
V.: Exultai e alegrai-Vos, ó Virgem Maria! Aleluia!
R.: Porque o Senhor ressuscitou verdadeiramente! Aleluia.
Conclui-se com a seguinte oração:
V.: Oremos:
Ó Deus, que Vos dignastes alegrar o mundo com a
Ressurreição do Vosso Filho Jesus Cristo, Senhor Nosso,
concedei-nos, Vos suplicamos, que por sua Mãe, a Virgem Maria,
alcancemos as alegrias da vida eterna.
Por Cristo, Senhor Nosso.
R.: Amém!

Em Latim

V.: Regina caeli, laetare! Alleluia!
R.: Quia quem meruisti portare! Alleluia!
V.: Resurrexit, sicut dixit! Alleluia!
R.: Ora pro nobis Deum! Alleluia!
Em algumas formas, acrescenta-se:
V.: Gaude et laetare, Virgo Maria! Alleluia!
R.: Quia surrexit Dominus vere! Alleluia!
Conclui-se com a seguinte oração:
V.: Oremus:
Deus, qui per resurrectionem Filii tui, Domini nostri Iesu Christi,
mundum laetificare dignatus es:
praesta, quaesumus; ut per eius Genetricem Virginem Mariam,
perpetuae capiamus gaudia vitae.
Per eundem Christum Dominum nostrum.
R.: Amen!

sábado, 6 de abril de 2013

“Testemunhar a fé com coragem”, diz o Papa Francisco.

Testemunhar com coragem a integralidade da fé: este é o convite feito esta manhã pelo Papa Francisco durante
a Missa presidida na capela da Casa Santa Marta. Na celebração estavam presentes uma família argentina e algumas religiosas das Filhas de São Camilo e das Filhas de Nossa Senhora da Caridade.


Na sua breve homilia, o Papa comentou as leituras deste Sábado da Oitava de Páscoa: no primeiro Pedro e João testemunham com coragem a fé diante dos líderes judeus apesar das ameaças, enquanto no Evangelho Jesus ressuscitado critica a incredulidade dos apóstolos que não nos crêem que dizem tê-lo visto vivo.

O Pontífice faz então esta pergunta: “Como vai, a nossa fé? É forte? Quando as dificuldades chegam, “somos corajosos como Pedro ou um pouco melindrosos?”“. Pedro – observou, não calou a fé, porque a fé não se negocia”. Sempre houve – afirmou o Papa – na história do povo de Deus esta tentação: de fazer “como todos fazem”, de não ser “muito rígido”. “Mas quando começamos a negociar a fé, a vendê-la a quem dá mais, empreendemos o caminho da apostasia, da não fidelidade ao Senhor”.

“O exemplo de Pedro e João nos ajuda, nos dá força” – revela ainda o Papa – mas na história da Igreja são muitos os mártires até hoje, “porque para encontrá-los não é necessário ir às catacumbas ou ao Coliseu: os mártires estão vivos agora, em tanto países.

Os cristãos – afirma Papa Francisco – são perseguidos pela fé. Em alguns países são punidos pelo simples fato de carregarem uma cruz. Hoje, no século XXI, a nossa Igreja é uma Igreja dos mártires, daqueles que dizem como Pedro e João: “Não podemos calar o que vimos e ouvimos”. E isso – prosseguiu – “nos dá força, nos dá a força de testemunhar com a vida a fé que recebemos e que é o dom que o Senhor dá a todos os povos”.

Mas isso é uma graça. A graça da fé. Devemos pedi-la todos os dias. “Senhor… proteja a minha fé, faça-a crescer, que minha fé se torne forte, corajosa, e ajude-me nos momentos em que – como Pedro e João – devo torná-la pública. Dê-me coragem. Esta – concluiu – seria uma bela oração para o dia de hoje: que o Senhor nos ajude a proteger a fé, a levá-la adiante, a sermos homens e mulheres de fé. Que assim seja”.



sexta-feira, 5 de abril de 2013

Papa Francisco: ... Somente Jesus salva

Comentando as leituras desta Sexta-feira da Oitava de Páscoa, o Santo Padre recordou com São Pedro que somente no nome de Jesus somos salvos: "Em nenhum outro há salvação".

Pedro, que havia renegado Jesus, agora com coragem, na prisão, dá o seu testemunho diante dos chefes judeus, explicando que é graças à invocação do nome de Jesus que um paralítico é curado. É "aquele nome que nos salva". Pedro não pronuncia aquele nome sozinho, mas "repleto do Espírito Santo".
De fato – explicou Francisco –, "nós não podemos confessar Jesus, não podemos falar sobre Jesus, não podemos dizer algo sobre Jesus sem o Espírito Santo. É o Espírito que nos impele a confessar Jesus ou a falar sobre Jesus ou a ter confiança em Jesus. Jesus que está no nosso caminho da vida, sempre".
Francisco contou um fato: "na Cúria de Buenos Aires trabalha um homem humilde, trabalha há 30 anos; pai de oito filhos. Antes de sair, antes de fazer as coisas, sempre diz: 'Jesus!' E eu, uma vez, perguntei-lhe: 'Por que você sempre diz 'Jesus'?' Quando eu digo 'Jesus' – disse-me este homem humilde – me sinto forte, sinto poder trabalhar, e sei que Ele está a meu lado, que Ele me protege'".
"Este homem – observou – não estudou Teologia, tem somente a graça do Batismo e a força do Espírito. E esse testemunho – afirmou o Papa Francisco – me fez um grande bem": porque nos recorda que "neste mundo que nos oferece tantos salvadores" somente o nome de Jesus salva.
Para resolver seus problemas, muitos recorrem aos magos ou aos tarôs – ressaltou. Mas somente Jesus salva "e devemos dar testemunho disso! Ele é o único".
Fez um convite a ter Maria como companheira: "Nossa Senhora nos conduz sempre a Jesus", como fez em Caná quando disse: "Fazei aquilo que Ele vos disser!" Assim, confiemo-nos ao nome de Jesus, invoquemos o nome de Jesus, deixando que o Espírito Santo nos impulsione "a fazer esta oração confiante no nome de Jesus – concluiu Francisco – ... nos fará bem!".
 (Cidade do Vaticano)



Domingo 07 de abril: Cerimônia de Posse do Papa Francisco na Cátedra do Bispo de Roma

Na Catedral de São João de Latrão, domingo, 7 de abril, o Papa Francisco presidirá a celebração eucarística na Basílica de São João de Latrão para sua posse da Cátedra do Bispo de Roma, a partir das 16h50, hora local (11h50 – horário de Brasília).

Concelebrarão com o Santo Padre o Vigário de Roma, Card. Agostino Vallini, o Vigário emérito, Card. Camillo Ruini, o conselho episcopal da diocese e o conselho dos párocos prefeitos.
Estarão presentes os sacerdotes de Roma e os alunos dos Seminários romano maior e menor, do “Redemptoris Mater”, do Colégio Capranica e os oblatos de Nossa Senhora do Divino Amor. A comunhão será distribuída por 75 diáconos permanentes e os cantos ficarão a cargo do Coral da Diocese de Roma.
O Papa tomará posse da Cátedra antes do início da Missa. Depois, alguns representantes da diocese manifestarão, em nome da Igreja de Roma, a obediência e a filial devoção ao próprio bispo.
O Novo Testamento relata que São Pedro, vindo de Antioquia, a sua primeira sede, dirigiu-se para Roma, sua sede definitiva. Uma sede que se tornou definitiva através do martírio com o qual ligou para sempre a sua sucessão em Roma.
Na carta de Santo Inácio de Antioquia aos Romanos, ele refere-se à Igreja de Roma como "Àquela que preside no amor". Na Igreja antiga, a palavra amor, agape, referia-se ao mistério da Eucaristia. A Cátedra é símbolo do poder de ensinamento, que é um poder de obediência e de serviço, para que a Palavra de Deus possa resplandecer entre os fiéis. O termo 'Catedral' deriva justamente da presença da Cátedra (cadeira).
A Basílica de S. João de Latrão é a Sé Catedral da cidade de Roma, que foi construída entre os anos de 314 e 335.


quinta-feira, 4 de abril de 2013

Papa Francisco: surpresa do encontro com Cristo gera paz verdadeira

"A surpresa é uma grande graça – afirmou o Papa –, é a graça que Deus nos dá no encontro com Jesus Cristo. É algo que faz de modo que nós fiquemos um pouco fora de nós mesmos, tamanha a alegria... não é um mero entusiasmo", como o entusiasmo dos torcedores "quando vence o seu time", mas "é algo mais profundo".

É fazer a experiência interior de encontrar Jesus vivo e pensar que isso não é possível: "Mas o Senhor nos faz entender que é realidade. É belíssimo!"

"Talvez seja mais comum a experiência contrária – prosseguiu o Pontífice –, aquela que a fraqueza humana e também as doenças mentais, ou o diabo, fazem crer que os fantasmas, as fantasias, são a realidade: esse não é Deus."

"De Deus é essa alegria tão grande que não se pode acreditar nela. E nós pensamos: 'não, isso não é real!'. Este é o Senhor. Esse inacreditável é o início do estado habitual do cristão."

É claro – observou o Papa –, "não podemos viver sempre na surpresa. Não, realmente, não se pode. Mas é o início. Depois essa surpresa deixa a marca na alma e a consolação espiritual". É a consolação de quem encontrou Jesus Cristo.

Portanto, após a maravilha há a consolação espiritual e, no fim, "último degrau", encontra-se a paz. "Sempre – ressaltou o Papa Francisco –, um cristão, mesmo nas provações mais dolorosas, não perde a paz e a presença de Jesus" e "com um pouco de coragem" pode rezar:

"Senhor, dá-me esta graça que é a marca do encontro contigo: a consolação espiritual" e a paz. Uma paz que não se pode perder porque "não é nossa", é do Senhor: a verdadeira paz "não se vende nem se compra. É um dom de Deus", por isso – concluiu o Papa –, "peçamos a graça da consolação espiritual e da paz espiritual, que começa com esta admiração de alegria no encontro com Jesus. Assim seja".




quarta-feira, 3 de abril de 2013

2ª Catequese do Papa Francisco: "A fé se professa com as palavras e com o amor"

Nesta quarta-feira, o Pontífice retomou as catequeses sobre o Ano da Fé iniciadas por seu predecessor, Bento XVI, falando sobre o Credo e a expressão: “Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras”.

“É o evento que estamos celebrando”, destacou Francisco, o centro da mensagem cristã. Esta verdade de fé insere a nossa existência num horizonte de esperança aberto ao futuro de Deus, à felicidade plena, à certeza de que o pecado e a morte podem ser vencidos. Esta certeza nos permite viver com mais confiança as realidades quotidianas, enfrentando-as com mais coragem e dedicação, na certeza de que Cristo é a nossa força.

No Novo Testamento, Jesus Ressuscitado se encontra com diversas testemunhas, primeiramente com um grupo de mulheres, em seguida com Pedro, depois com mais de quinhentas pessoas, até o encontro com Paulo, na estrada de Damasco.

Contudo, nas profissões de fé do Novo Testamento, como testemunhas da Ressurreição são lembrados somente os homens, os Apóstolos, mas não as mulheres.

Isso porque, segundo a lei judaica daquele tempo, as mulheres e as crianças não podiam oferecer um testemunho confiável, crível. Nos Evangelhos, ao invés, as mulheres têm um papel fundamental. Isso nos diz que Deus não escolhe segundo os critérios humanos: para Ele, conta o coração, o quanto estamos abertos a Ele, se somos como as crianças, que se entregam.

Mas isso nos faz refletir também sobre como as mulheres, na Igreja e no caminho de fé, tiveram e têm também hoje um papel especial ao abrir as portas ao Senhor, em comunicar o seu Rosto, porque o olhar da fé sempre necessita do olhar profundo do amor.

“Mães e mulheres, avante com este testemunho” – exortou. “A alegria de saber que Jesus está vivo, a esperança que enche o coração, não se pode conter. Isso deveria acontecer também na nossa vida. Sentimos a alegria de ser cristãos! Temos que ter a coragem de ‘sair’ para levar esta alegria e esta luz a todos os lugares da nossa vida! A Ressurreição de Cristo é o nosso tesouro mais precioso.”

No nosso caminho de fé, é importante saber e sentir que Deus nos ama, não ter medo de amá-lo: a fé se professa com a boca e com o coração, com as palavras e com o amor.

Também nós podemos reconhecer e encontrar o Ressuscitado: na Sagrada Escritura; na Eucaristia, onde Jesus se faz presente e nos faz entrar em comunhão com Ele; na caridade, quando os gestos de amor, bondade, misericórdia e perdão fazem resplandecer um raio da Ressurreição no mundo.

“Deixemo-nos iluminar pela Ressurreição de Cristo, deixemo-nos transformar por sua força, para que os sinais de morte no mundo dêem lugar aos sinais de vida.”

Como quarta-feira passada, Francisco saudou os grupos de peregrinos e turistas na Praça em italiano. A síntese da catequese foi lida em várias línguas.

Em português, o Pontífice saudou em especial um grupo de brasileiros do Paraná: “Alegrai-vos e exultai, porque o Senhor Jesus ressuscitou! Deixai-vos iluminar e transformar pela força da Ressurreição de Cristo, para que as vossas existências se convertam num testemunho da vida que é mais forte do que o pecado e a morte. Feliz Páscoa para todos!”

Francisco saudou ainda os mais de 10 mil peregrinos da Arquidiocese de Milão, guiados pelo Cardeal Angelo Scola, e especialmente os jovens que se preparam para a Crisma. “Que o Evangelho seja para vocês a regra de vida, como o foi para S. Francisco de Assis”, disse. A seguir, cumprimentou também os novos diáconos da Companhia de Jesus, com os seus familiares. (Cidade do Vaticano)


terça-feira, 2 de abril de 2013

JESUS CRISTO RESSUSCITOU, VIVE E REINA NO MEIO DE NÓS!

Liturgia de 2ª Feira: Naquele tempo, 8as mulheres partiram depressa do sepulcro. Estavam com medo, mas correram com grande alegria, para dar a notícia aos discípulos. 9De repente, Jesus foi ao encontro delas, e disse: “Alegrai-vos!” As mulheres aproximaram-se, e prostraram-se diante de Jesus, abraçando seus pés. 10 Então Jesus disse a elas: “Não tenhais medo. Ide anunciar a meus irmãos que se dirijam para a Galileia. Lá eles me verão”. 11 Quando as mulheres partiram, alguns guardas do túmulo foram à cidade, e comunicaram aos sumos sacerdotes tudo o que havia acontecido. 12 Os sumos sacerdotes reuniram-se com os anciãos, e deram uma grande soma de dinheiro aos soldados, 13 dizendo-lhes: “Dizei que os discípulos dele foram durante a noite e roubaram o corpo, enquanto vós dormíeis. 14 Se o governador ficar sabendo disso, nós o convenceremos. Não vos preocupeis”. 15 Os soldados pegaram o dinheiro, e agiram de acordo com as instruções recebidas. E assim, o boato espalhou-se entre os judeus, até o dia de hoje. (MT 28,8-15)

Liturgia de 3ª Feira: Naquele tempo, 11 Maria estava do lado de fora do túmulo, chorando. Enquanto chorava,
inclinou-se e olhou para dentro do túmulo. 12 Viu, então, dois anjos vestidos de branco, sentados onde tinha sido posto o corpo de Jesus, um à cabeceira e outro aos pés. 13 Os anjos perguntaram: “Mulher, por que choras?” Ela respondeu: ”Levaram o meu Senhor e não sei onde o colocaram”. 14 Tendo dito isto, Maria voltou-se para trás e viu Jesus, de pé. Mas não sabia que era Jesus. 15 Jesus perguntou-lhe: “Mulher, por que choras? A quem procuras?” Pensando que era o jardineiro, Maria disse: “Senhor, se foste tu que o levaste dize-me onde o colocaste, e eu o irei buscar”.16 Então Jesus disse: “Maria!” Ela voltou-se e exclamou, em hebraico: “Rabuni” (que quer dizer: Mestre). 17 Jesus disse: “Não me segures. Ainda não subi para junto do Pai. Mas vai dizer aos meus irmãos: subo para junto do meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus”. 18Então Maria Madalena foi anunciar aos discípulos: “Eu vi o Senhor!”, e contou o que Jesus lhe tinha dito. (João 20,11-18)

A Igreja nos convida a vivermos a Oitava da Páscoa – oito dias de Páscoa, a fim de podermos mergulhar na profundidade deste mistério de Amor de Deus por nós. O convite de completa através das meditações diárias dos textos que narram as experiências com o ressuscitado.
Nos relatos acima, percebemos reações diversas com intensidade de fé e esperança por parte das discípulas de Jesus. Em Mateus, com conselhos profundos de esperança, Jesus renova a fé daquelas mulheres na motivação da alegria e da confiança, seguida do envio e de uma promessa futura: “Alegrai-vos!” As mulheres aproximaram-se, e prostraram-se diante de Jesus, abraçando seus pés. Então Jesus disse a elas: “Não tenhais medo. Ide anunciar a meus irmãos que se dirijam para a Galileia. Lá eles me verão”. (MT 28,9-10). Já em João, Jesus também concede confiança a Maria Madalena, a partir do chamado pessoal que lhe faz: “Maria!”, e a seguir, lhe confirma parte do Mistério que ainda estar por vir em Pentecostes, mas o envio é fundamental no conselho de Jesus: “Não me segures. Ainda não subi para junto do Pai. Mas vai dizer aos meus irmãos: subo para junto do meu Pai e vosso Pai, meu Deus e vosso Deus”. (Jo 20,16-17)
As reações foram diversas, como dissemos acima, mas a lógica de Jesus se fundamentou na confirmação àquelas mulheres de que Ele está vivo e precisa confirmar os seus. O interessante é percebermos como o despojamento dessas mulheres nos podem e devem servir de estímulo, mesmo passados dois mil anos. Tomadas de alegria, aquelas mulheres prostraram-se aos pés de Jesus logo que perceberam a sua presença. Por outro lado, percebemos “Maria”, estonteada ao proclamar: “Eu vi o Senhor!”. Situações como essas experimentadas pelas mulheres do Evangelho se atualizam, ou melhor, precisam ser atualizadas na vida da Igreja neste tempo Pascal.
O Senhor vive e está renovando em nós a fé a partir de sua adorável presença. Ele quer recolher a alegria do despojamento de nossos corações ansiosos por tê-Lo presente em nosso meio, mas sobretudo, em nossos corações. Por outro lado, ele deseja enxugar as nossas lágrimas da aflição, como a de Maria Madalena, concedendo-nos a esperança do algo mais que ele sempre tem e terá para nos dar. O importante é compreendermos que o Senhor está sempre a nos surpreender. É dele que nós precisamos esperar o tudo que possa nos faltar. Ele é Deus e Senhor. Ao mesmo tempo que nos chama, nos reanima e nos envia para confirmar outros. “Não tenhais medo. Ide anunciar a meus irmãos...”
A oitava da Páscoa é o momento ideal para refletirmos sobre o “Encontro” com o Senhor, e ao mesmo tempo, o momento para “Irmos” ao encontro dos irmãos que precisam ouvir de nós aquilo que com ele experimentamos. Muitos ao nosso redor precisam que o Dom da Fé lhes seja renovados, e as nossas poucas palavras cheias de confiança e amor - “Eu vi o Senhor!” - poderá mudar as suas vidas.
Peçamos ao Senhor que o dom da Ressurreição concedido a todos nós seja-nos o meio eficaz de levarmos, com a Graça do seu Espírito de Amor, a renovação espiritual que nossos irmãos estejam precisando.
FELIZ PÁSCOA! JESUS CRISTO RESSUSCITOU, VIVE E REINA NO MEIO DE NÓS!
Estela Márcia