quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Sou Bom Pastor

 

Ao Papa Bento XVI

            Amado Pastor, somente os grandes homens de Deus, dotados de grande alma poderão perceber que apesar das atribuições de uma função como essa - de um Representante de Cristo – também poderá encontrar os seus limites, e assim, contra tudo e contra todas as possíveis críticas, permitirá que a dignidade cristã possa falar por si mesma.
Obrigada Papa Bento XVI por tamanha Sabedoria!
            Obrigada por tamanha humildade e coragem para tão delicada e nobre decisão!
            Obrigada por todas as contribuições teológicas e doutrinárias que nos tem concedido!
            Obrigada por vir testemunhando o Nome de Jesus Cristo com tanto poder e autoridade dados pelo Céu!
            Obrigada por permanecer fiel ao seu chamado e vocação dando ao mundo as respostas certas, nas horas certas!
            Obrigada por ser o pastor segundo o coração de nosso Deus, em guardar, cuidar, reunir e conduzir a Igreja de modo admirável!
            Receba a nossa oração e gratidão, Papa Bento XVI!
            E lhe pedimos: Permaneça sendo o braço forte na oração que a Igreja tanto necessita.
            Que o Bom Deus permaneça ungindo-o, e que a virgem Maria, Mãe e Senhora de sua vida e de seu chamado possa continuar lhe mostrando o Caminho, a Verdade e a Vida que é o próprio Jesus Cristo, Senhor e Deus da vida da Igreja e nossa!
            Receba a homenagem que o Espírito Santo canta em minha alma.

                                                                                                                   Estela Márcia

Homenagem ao Papa Bento XVI
Sou bom pastor
ovelhas guardarei
Não tenho outro oficio nem terei
Quantas vidas eu tiver eu lhes darei

Maus pastores, num dia de sombra
não cuidaram e o rebanho se perdeu
Vou sair pelo campo reunir o que é meu
conduzir e salvar

Sou bom pastor
ovelhas guardarei
Não tenho outro oficio nem terei
 
(Sou Bom Pastor - Waldeci Farias)

           

 

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Se não tiver amor, eu nada serei


“Se eu tivesse o dom da profecia, se conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, se tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, mas se não tivesse amor, eu não seria nada.” (ICor 12,2) Quem de nós não se rende à ungidíssima 1ª Carta de São Paulo aos Coríntios quando nos fala da excelência do amor no capítulo 12,31-13,13? Ou ainda, quem não se verá necessitado desta reflexão para rever a sua vida? Meditando nesta caridade que é o próprio amor, deixemo-nos renovar por trechos que nos farão perceber o quanto estamos enfermos e necessitados da saúde espiritual. Saúde que se alcança na prática diária do relacionamento amoroso com Deus, conosco mesmos e com o próximo.
             A Igreja nos ensina que a caridade é a virtude sobrenatural que nos faz amar a Deus acima de todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos, pelo amor de Deus. A caridade tem em Deus seu objetivo e seu fim principal. Por causa desse amor a Deus, leva-nos a amar o próximo como a nós mesmos. Assim, aí, encontra-se uma ordem no amor: Deus, acima de tudo, em primeiro lugar; depois, nós mesmos e, em seguida, o próximo. Sim, antes de nos perguntar pelo que fizemos dos outros ou com os outros, Deus nos perguntará pelo que fizemos dos dons que Ele nos deu, o que fizemos de nós mesmos.
            Sendo assim, é importante pensarmos que nada poderá prescindir ao amor. Vivemos um momento muito sério de volatilidade dos relacionamentos. A constância e a estabilidade já não existe mais em muitos setores da vida humana. As substituições estão sendo “a constância” não dos objetos tecnológicos, mas também dos valores imprescindíveis e inalienáveis à vida humana, como o amor e a amizade. Com isso, o material está substituindo o imaterial. O descartável está tomando lugar do permanente.  
            Com propriedade podemos dizer que por mais interessante que sejam as mídias internáuticas e os variados acessos tecnológicos, nada poderá se comparar aos profundos acessos dos corações que apreendem o amor. Digo isto porque, em função dos relacionamentos virtuais as pessoas estão esquecendo-se de acessar as ondas curtas, médias e longas que o coração sinaliza há todos os instantes, e por isso, acabam tomando uma “overdose” tecnológica. Conclusão: Na sobredose, dose excessiva ou overdose tecnológica, as pessoas se expoem às grandes doses de uma substância pouco humana, e acabam ficando intoxicadas. No princípio, havendo ou não sinais e sintomas clínicos que debilitam o organismo, aos poucos provocando a falência de órgãos vitais como o coração – por falta de amor – acaba esfriando, podendo levar à morte relacionamentos fraternais, conjugais e familiares.
             Portanto, num apelo divino e humano, é hora de pararmos para renovarmos e buscarmos a cura de que talvez estejamos necessitanto, meditando o complemento deste trecho bíblico, e então, poderemos perceber que o ‘não seria nada’, agora já poderá ser tudo, a partir da ‘excelência do amor’: “Aspirai aos dons mais elevados. Eu vou ainda mostrar-vos um caminho incomparavelmente superior. Se eu falasse todas as línguas, as dos homens e as dos anjos, mas não tivesse caridade, eu seria como um bronze que soa ou um címbalo que retine. Se eu gastasse todos os meus bens para sustento dos pobres, se entregasse o meu corpo às chamas, mas não tivesse caridade, isso de nada me serviria.A caridade é paciente, é benigna; não é invejosa, não é vaidosa, não se ensoberbece; não faz nada de inconveniente, não é interesseira, não se encoleriza, não guarda rancor; não se alegra com a iniquidade, mas se regozija com a verdade. Suporta tudo, crê tudo, espera tudo, desculpa tudo. A caridade não acabará nunca. As profecias desaparecerão, as línguas cessarão, a ciência desaparecerá. Com efeito, o nosso conhecimento é limitado e a nossa profecia é imperfeita. Mas, quando vier o que é perfeito, desaparecerá o que é imperfeito. Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Quando me tornei adulto, rejeitei o que era próprio de criança. Agora nós vemos num espelho, confusamente, mas, então, veremos face a face. Agora conheço apenas de modo imperfeito, mas, então, conhecerei como sou conhecido. Atualmente, permanecem estas três coisas: fé, esperança, caridade. Mas a maior delas é a caridade.”
               Creiamos então que, Se não tiver amor, eu nada serei ...
 Estela Márcia





sábado, 2 de fevereiro de 2013

Apresentação do Senhor (02 de fevereiro)

             A Igreja celebra, neste dia, a apresentação de Jesus no templo que perpassando pela tradição, seria os 40 dd após o Seu nascimento.
            Com riqueza de detalhes o Evangelho de são Lucas no capítulo 2 traz ao povo cristão as Sagradas promessas de Deus. Promessas essas que deram ao cristianismo a centralidade do cumprimento das prefigurações do Antigo Testamento.
            Movido pelo Espírito de Deus, o profeta Simeão renovou e confirmou a esperança daqueles que ali estavam, a começar por seus pais, Maria e José. E com a força das palavras profetizou a Luz e a Glória, a queda e o soerguimento, e todas as contradições e revelações que Àquele Menino-Deus estava reservado. E ainda, preparou aos seus pais, de antemão, que também para Ele e sua mãe, muita dor haveria de vir.
            Sendo Deus e Homem, Jesus precisou passar por todos os momentos que uma criança, filhos de pais cristãos, precisa passar. Apresentado no Templo para manifestar a Glória e o louvor ao Deus Pai Criador, também, mais tarde, foi batizado, para receber do Pai a Filiação.
            O importante para nós hoje é fazer desta Festa da Apresentação do Senhor, um sinal de fé e esperança no nosso crescimento ‘em sabedoria e graça diante de Deus’, como assim O foi o Seu Filho Jesus. Vale a pena meditar nas santas palavras deste Evangelho (abaixo).
            Louvado seja nosso Senhor Jesus Cristo! Para sempre seja louvado!
                                                                                                          Estela Márcia


“22Quando se completaram os dias para a purificação da mãe e do filho, conforme a lei de Moisés, Maria e José levaram Jesus a Jerusalém, a fim de apresentá-lo ao Senhor. 23Conforme está escrito na lei do Senhor: “Todo primogênito do sexo masculino deve ser consagrado ao Senhor”. 24Foram também oferecer o sacrifício — um par de rolas ou dois pombinhos — como está ordenado na Lei do Senhor. 25Em Jerusalém, havia um homem chamado Simeão, o qual era justo e piedoso, e esperava a consolação do povo de Israel. O Espírito Santo estava com ele 26e lhe havia anunciado que não morreria antes de ver o Messias que vem do Senhor. 27Movido pelo Espírito, Simeão veio ao Templo. Quando os pais trouxeram o menino Jesus para cumprir o que a Lei ordenava, 28Simeão tomou o menino nos braços e bendisse a Deus: 29“Agora, Senhor, conforme a tua promessa, podes deixar teu servo partir em paz; 30porque meus olhos viram a tua salvação, 31que preparaste diante de todos os povos: 32luz para iluminar as nações e glória do teu povo Israel”. 33O pai e a mãe de Jesus estavam admirados com o que diziam a respeito dele. 34Simeão os abençoou e disse a Maria, a mãe de Jesus: “Este menino vai ser causa tanto de queda como de reerguimento para muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição. 35Assim serão revelados os pensamentos de muitos corações. Quanto a ti, uma espada te traspassará a alma”. 36Havia também uma pro­fe­tisa, chamada Ana, filha de Fa­nuel, da tribo de Aser. Era de idade muito avançada; quando jovem, tinha sido casada e vivera sete anos com o marido. 37Depois ficara viúva, e agora já estava com oitenta e quatro anos. Não saía do Templo, dia e noite servindo a Deus com jejuns e orações. 38Ana chegou nesse momento e pôs-se a louvar a Deus e a falar do menino a todos os que esperavam a libertação de Jerusalém.39Depois de cumprirem tudo, conforme a Lei do Senhor, voltaram à Galileia, para Nazaré, sua cidade. 40O menino crescia e tornava-se forte, cheio de sabedoria; e a graça de Deus estava com ele.”

domingo, 27 de janeiro de 2013

São Paulo Apóstolo, rogai por nós! (25 de janeiro)

O que dizer de São Paulo? Apóstolo dos gentios? Cosmopolita? Penso que sim, mas usando-me da maneira como ele se apresenta no capítulo dois da carta aos Filipenses, confirmo ser para nós um mestre persuadido pelo Senhor Jesus Cristo – que é o Mestre de todos os mestres - e que nos ensina a combater o bom combate, guardando a fé com renovada esperança de receber a coroa da vitória. Tudo isso Paulo nos legou através de seu destemido testemunho evangelizador e perfeitos ensinamentos fiéis ao Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo.
Com São Paulo, prossigamos decididamente no caminho da conversão e da busca de santidade. E que o conhecimento de Cristo e do poder de sua ressurreição seja uma constante em nossas vidas e projetos, prescindindo dos bens deste mundo e atirando-nos para “... o alvo, rumo ao prêmio celeste...”.
 “Porque os verdadeiros circuncisos somos nós, que prestamos culto a Deus pelo Espírito de Deus, e pomos nossa glória em Jesus Cristo, e não confiamos na carne. No entanto, eu poderia confiar também na carne. Se há quem julgue ter motivos humanos para se gloriar, maiores os possuo eu: circuncidado ao oitavo dia, da raça de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu e filho de hebreus. Quanto à lei, fariseu; quanto ao zelo, perseguidor da Igreja; quanto à justiça legal, declaradamente irrepreensível. Mas tudo isso, que para mim eram vantagens, considerei perda por Cristo. Na verdade, julgo como perda todas as coisas, em comparação com esse bem supremo: o conhecimento de Jesus Cristo, meu Senhor. Por ele tudo desprezei e tenho em conta de esterco, a fim de ganhar Cristo e estar com ele. Não com minha justiça, que vem da lei, mas com a justiça que se obtém pela fé em Cristo, a justiça que vem de Deus pela fé. Anseio pelo conhecimento de Cristo e do poder da sua Ressurreição, pela participação em seus sofrimentos, tornando-me semelhante a ele na morte, com a esperança de conseguir a ressurreição dentre os mortos. Não pretendo dizer que já alcancei (esta meta) e que cheguei à perfeição. Não. Mas eu me empenho em conquistá-la, uma vez que também eu fui conquistado por Jesus Cristo. Consciente de não tê-la ainda conquistado, só procuro isto: prescindindo do passado e atirando-me ao que resta para a frente, persigo o alvo, rumo ao prêmio celeste, ao qual Deus nos chama, em Jesus Cristo. Nós, mais aperfeiçoados que somos, ponhamos nisto o nosso afeto; e se tendes outro sentir, sobre isto Deus vos há de esclarecer. Contudo, seja qual for o grau a que chegamos, o que importa é prosseguir decididamente”. (Fl 2,3-16)
“A festa litúrgica da conversão de são Paulo apareceu no século VI e é própria da Igreja latina. O martírio do apóstolo dos gentios é comemorado no dia 29 de junho. A celebração do dia 25 de janeiro tem por finalidade considerar as várias facetas do Apóstolo por excelência. Ele diz de si mesmo: “Eu trabalhei mais que todos os apóstolos…”, mas também: “Eu sou o menor dos apóstolos… não sou digno de ser chamado apóstolo”. Apresenta, ele mesmo, as credenciais: viu o Senhor, Cristo ressuscitado lhe apareceu, ele é testemunho da Ressurreição de Cristo, foi enviado diretamente por Cristo. É como um dos Doze. Pertence a Jesus desde aquela hora em que, no caminho de Damasco, vencido por Cristo e prostrado em terra perguntou-lhe: “Senhor, que queres que eu faça?” Paulo então passou a pregar e propagar a fé que desejava exterminar. Em poucos segundos de contato direto Jesus o transformou de um ferrenho perseguidor no maior Apóstolo do seu Evangelho em todos os tempos.
Essa experiência de Cristo às portas de Damasco, que ele compara com a experiência dos Doze na Páscoa e com o fulgor da primeira luz da criação, será o estribilho da sua pregação oral e escrita. Nas suas 14 epístolas que escreveu percebemos o efeito da graça do caminho de Damasco, impossível de se entender como alucinação ou simples fato psicológico. Aí está o dedo de Deus, o milagre. São Paulo tirou da sua experiência esta consoladora conclusão: “Jesus veio a este mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o primeiro. Precisamente por isso encontrei misericórdia. Em mim especialmente Jesus Cristo quis mostrar toda a sua longanimidade, para que eu sirva de exemplo a todos aqueles que pela fé nele alcançarão a vida eterna.” “Conheço um homem em Cristo que foi arrebatado até ao terceiro céu. Se no corpo ou fora do corpo, não sei. Deus o sabe. Só sei que esse homem ouviu palavras inefáveis…” (2 Cor 12,2). (Profº Felipe Aquino)

São Paulo Apóstolo, rogai por nós!
Estela Márcia

São Vicente Pallotti, rogai por nós! (24 de janeiro)


São Vicente Pallotti, foi um padre Católico, diretor espiritual dos papas, ativista social e místico que se dedicou à envolver pessoas no ministério da igreja. Ele acreditava que toda pessoa tem um talento particular, e a capacidade para usar isto generosamente por Deus e pelos outros. Ele viu na educação um meio de auxiliar as pessoas à alcançar seus potenciais. Fundou escolas para que as pessoas pudessem aprender mais sobre agricultura, conseguindo instituir aulas noturnas para os operários que desejam estudar e cursos para carpinteiros, cordoeiros ou alfaiates. Foi nomeado Patrono do Segundo Conselho do Vaticano pelo Papa João XXIII. São Vicente Pallotti é o fundador da Sociedade do Apostolado Católico (S.A.C.) que inclui Padres, Irmãos e Irmãs (conhecidos como Palotinos(as)) que dão continuidade em sua missão. Entre seus grandes feitos, podemos salientar sua importante participação no combate à epidemia de cólera que quase dizimou a população de Roma em 1837.





Novena a São Vicente Pallotti



Oferecimento
São Vicente Pallotti, grande é a nossa confiança em vós; sempre nos auxiliastes com a vossa proteção; na terra exortáveis continuamente os atribulados a rezar e a confiar em Deus.
Por isso rezamos e esperamos firmemente de Deus, pela vossa intercessão, a ajuda em nossas necessidades.
Alcançai de Deus, se for de sua vontade, saúde aos nossos enfermos, prosperidade em nossos negócios e planos, felicidade e paz de Jesus em nossos lares.
Fazei que sejamos justos para com o nosso próximo, atentos aos necessitados, vivendo em comunhão e participação.
Temos certeza de que não nos deixareis desamparados. Amém.


Súplicas a Maria Santíssima
Imaculada Mãe de Deus, Rainha do céu, Mãe de misericórdia, advogada e refúgio dos pecadores, iluminado e confortado pelas graças que a vossa materna benevolência me conseguiu do tesouro divino, quero entregar, agora e sempre, o coração, em vossas mãos, para que o consagreis a Jesus.
Sim, ó Maria, perante os anjos e santos eu vo-lo entrego e vós, em meu nome, consagrai-o a Jesus.
Pela confiança filial que deposito em vós, sei, com certeza, que haveis de fazer, agora e sempre, quanto puderdes para que meu coração seja todo de Jesus à imitação dos santos, em especial de São José, vosso puríssimo esposo. Amém.
Nas intenções particulares: Ave Maria.
Uno-me a vós, ó Maria, Rainha dos Apóstolos, e a todos os anjos e santos, para agradecer à Santíssima Trindade o dom da fé, que recebi.
Eu me alegro de saudar-vos, como a Igreja o faz, com o título de Rainha dos Apóstolos, porque me desperta confiança em vós e coragem em mim.
Peço-vos o dom do apostolado, o dom de utilizar tudo, para a propagação da fé, em todo o mundo, a fim de que quanto antes, chegue o momento desejado por vós e por todo o paraíso, temido pelo inferno, momento previsto por vosso Filho, Jesus, quando haverá um só rebanho apascentado por um só Pastor. Amém.

Súplicas a São Vicente Pallotti
São Vicente Pallotti, rogai para que haja em nós e em todos os cristãos, especialmente vosso espírito de humildade e caridade.
Como Jesus orou por seus discípulos, assim também vós, ó São Vicente Pallotti, orai por nós à Santíssima Trindade, que nos livre de todo mal nos, santifique na verdade e nos confirme na união.
Por Cristo, nosso Senhor. Amém.
Rogai por nós, São Vicente Pallotti,
Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Oremos:
Ó Deus, que suscitastes na vossa Igreja, o santo sacerdote Vicente Pallotti, para defender a fé e reavivar a caridade, concedei-nos benignamente, pela imitação dos seus exemplos, ter no coração e testemunhas, com as obras, a certeza da verdade e o amor fraterno.
Por Nosso Senhor, Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.
São Vicente Pallotti, imitador dos Santos Apóstolos,
Rogai por nós.
Vivificador do apostolado dos leigos,
Rogai por nós.
Exemplo de confiança na Providência Divina,
Rogai por nós.

Oração pelas vocações
Maria Santíssima,
Rainha do clero, Mãe do Sumo Sacerdote Jesus, intercedei pelos sacerdotes e missionários, daí perseverança aos seminaristas e despertai verdadeiras vocações sacerdotais e religiosas em nossas famílias.
Rainha dos apóstolos,
Rogai por nós


Bênção dos Doentes
O Senhor esteja convosco.
Ele está no meio de nós.
A nossa proteção está no nome do Senhor.
Que fez o céu e a terra.
Ouvi, Senhor, a minha oração.
E chegue a vós o meu clamor.
Olhai, Senhor, para os vossos servos que estão sofrendo com as doenças, confortai estas vossas criaturas e fazei que tirem proveito de seus sofrimentos, reconhecendo que é vossa misericórdia que os salva, nós vo-lo pedimos por Cristo Senhor Nosso. Amém.
Nosso Senhor Jesus Cristo esteja perto de vós para vos defender, em vosso coração para vos conservar, à vossa frente para vos conduzir, ao vosso lado para vos guardar, acima de vós para vos abençoar.
Ele que vive e reina com o Pai, na unidade do Espírito Santo. Amém.
A bênção de Deus Todo-Poderoso, Pai, Filho e Espírito Santo desça sobre vós e permaneça para sempre. Amém.

 

Dez Dicas de Santidade no Caminho Espiritual

1. Dedicar um tempo de oração pessoal todos os dias

Temos que falar com Jesus para descobrirmos a sua santíssima vontade. Na oração, conhecemos melhor a Deus e a nós mesmos. Devemos ser generosos com Deus e dedicar 30 ou 15 minutos de diálogo, contemplação ou meditação. A oração bem feita ajuda-nos a começarmos o dia alegres e dispostos a reavivar a fé e o amor.

2. Escolher uma intenção para cada dia

Oferecer nossas orações, nossos esforços e nossos trabalhos do dia. Podem ser intenções particulares como uma pessoa doente, pela conversão dos pecadores ou pela santificação dos sacerdotes e seminaristas, etc. Quando nos concentramos numa intenção concreta, se torna mais fácil rezar.

3. Rezar o Rosário ou o Terço todos os dias

Ao rezarmos o terço ou o rosário todos os dias, confiamos mais diretamente na presença e no auxilio de nossa Senhora em nossas vidas, em nossas decisões e em nossos problemas e desafios de cada dia. Assim no rosário meditamos os principais mistérios de nossa fé. Os frutos de nossas orações: alegria espiritual, paz, iluminação de nossa mente, dependem do modo como rezamos. Devemos rezar bem.

4. Ler a bíblia todos os dias (Lectio Divina)

A Palavra de Deus deve ser o alimento Principal de nossa vida de oração. É a luz da Palavra de Deus que nos guia pela estrada da felicidade verdadeira. Se não tomarmos cuidado corremos o risco de sabermos mais de futebol, de novela, de internet do que de Jesus Cristo o Filho de Deus.

5. Conhecer os mandamentos e as promessas que Deus fez ao seu povo

Isso é o mínimo para um discípulo de Cristo. Seria uma vergonha dizermos que somos cristãos e não sabermos nem mesmo os dez mandamentos. Quem conhece e medita os mandamentos e as promessas do Senhor evita as decisões que conduzem ao pecado que é o grande inimigo de nossa salvação. È de grande proveito e de grande paz interior saber discernir bem entre o que agrada e o que ofende a Deus.

6. A confissão mensal

Ajuda-nos a manter pura e limpa nossa alma e a não relaxar no nosso combate contra o pecado. Ajuda-nos a vencer nossos vícios mais enraizados e a formar melhor nossa consciência. Se percebêssemos o grandioso valor da confissão, na qual são perdoados nossos pecados, seriamos mais fortes na fé e mais penitentes.

7. Fazer mortificações

É necessário porque nos ajuda a dominarmos nossos instintos humanos que tantas vezes nos arrastam para o pecado. Todos, sabemos que “a carne é fraca” por isso é preciso observar as ocasiões que temos durante o dia para fazer alguma renúncia. Todo sacrifício que suportamos durante o dia deve estar unido ao sacrifício de Cristo na Cruz, pois assim se transforma em salvação para muitas almas. O jejum é um meio simples e eficaz de por em prática este espírito de penitência e renúncia por um bem maior.

8. A caridade para com o nosso próximo

O que nos torna mais semelhantes a Jesus é o amor que temos a Deus e aos nossos irmãos. “A caridade de Cristo nos impele”. Devemos estar atentos para ajudar os que nos rodeiam, sejam nas suas necessidades materiais ou nas suas necessidades espirituais com uma presença amiga, orante e solidária. Se não pusermos em prática o novo mandamento do amor não seremos verdadeiros discípulos de Cristo. “Se vocês tiverem amor uns para com os outros, todos reconhecerão que vocês são meus discípulos.” (Jo 13, 35)

9. Fazer pequenos atos de humildade

Todos temos em nós a tendência para o orgulho, a tendência de enxergarmo-nos melhores que os outros e cheios de direitos e razões diante dos que nos rodeiam. A humildade é uma virtude, pois sempre que nos humilhamos em ações concretas conhecemos o nada que somos e o muito que é Deus. “Eu sou nada e pecado” (São Vicente Pallotti). Não podemos esquecer o exemplo que Jesus deixou quando lavou os pés dos discípulos. Ele nos ensinou a repetir sempre esse gesto de humildade que expressa o nosso serviço aos irmãos. “O Filho do Homem veio para servir e não para ser servido” (Mt 20,28).

10. Exame de consciência diário

Através do exame de consciência diário vamos nos conhecendo melhor. Quais os nossos vícios, nossos defeitos, em quais atitudes durante o dia faltei com amor, com o respeito, com a humildade? É importante terminar o exame de consciência com um pequeno ato de contrição pedindo a Deus o seu perdão e sua misericórdia pelas faltas que cometemos ao longo do dia.

Ato de Contrição

Meu Pai, pequei contra Vós. Já não sou digno de ser chamado Vosso filho. Tende Piedade de Mim, sou pecador. Quero fazer todo o esforço de não pecar mais. Amém.

Oração de S.Vicente Pallotti

Meu Deus, amor infinito de minha alma, alimento e sustento eterno, infinito, imenso, incompreensível da minha pobre alma, tu vês quando sou fraco, deformado, chagado, porque não me alimentei de ti, como podia e devia. Ao Contrário, andei alimentando a minha alma de pensamentos, desejos e afetos terrenos e brutais, de morte e de morte eterna, e abandonei com horrível ingratidão, a Ti, que és o alimento da vida eterna. Concede-me a graça de uma perfeita contrição da minha ingratidão e de todos os meus pecados e a graça de levar uma vida toda desapegada dos prazeres terrenos e toda entregue à prática da santa oração e meditação e fazer a tua santíssima vontade em todos os meus deveres, a fim de manter a minha alma sempre preparada, disposta e apegada a Ti Pai, Filho e Espírito Santo e a todos os teus infinitos atributos e ser eu transformado em Ti de modo que chegue a ser semelhante a ti na glória. Amém. (SV. Pallotti).


Santa Inês, rogai por nós! (21 de janeiro)


Santa Inês
Nascimento
No ano de 291
Local nascimento
Roma
Ordem
Leiga
Local vida
Roma
Espiritualidade
Seu nome significa "pureza" em grego e "carneiro" em latim, In~es tinha uma destacada beleza. Inês pertencia à mais pura nobreza romana. A virgindade - virtude - era e é como um desafio à sociedade pagã, carnal em que vive o mundo. E muitos são chamados a esse estado de purificação. Com a idade 13 anos Inês recebeu proposta de casamento do filho do prefeito de Roma, totalmente apaixonado pela sua beleza. Inês recusou dizendo-se cristã e que se consagrara inteiramente a Deus. Costumava dizer: "Jesus Cristo é o meu noivo!" Por esta razão o pretendente a acusou ao imperador Diocleciano como adepta ao cristianismo, que a chamou e ouviu novas recusas. Foi acorrentada e submetida a terríveis torturas, às quais exclamava: "Deus cuida dos seus!" O imperador mandou que a levassem a um bordel. No entanto uma força superior não o permitiu. Condenada à morte e coberta pelos seus longos cabelos. Morreu degolada e seu corpo foi enterrado nas proximidades de Roma, na Via Nomentana, onde mais tarde erigiu-se uma Igreja em sua devoção.
Local morte
Roma
Morte
No ano 304, aos 13 anos de idade
Fonte informação
O livro dos Santos
Oração
Ó Deus, que destes à Vossa Santa Igreja, Santa Inês, como exemplo de pureza de vida, ornada de todas as virtudes, fazei que as nossas jovens encontrem nela um modelo de fé e de amor à seguir., servindo somente à Cristo e seu Reino. Por sua vida e por seus méritos, afastai os males da juventude que as rodeia; as drogas, as más companhias, o indiferentismo religioso, e todas as tentações do mal. Que Santa Inês interceda à Deus por uma juventude sadia, alegre e animada pela vida, cheia de entusiasmo pelas coisas de Deus e de esperança de um Mundo melhor. Santa Inês, rogai por nós.
Devoção
À consagração total a Deus
Padroeiro
Das virgens consagradas
Outros Santos do dia
Inês - padroeira das Meninas Adolescentes (virg. e mártir); Anstácia, Patricia, Augúrio, Elógio, Polieuto, Enpsíquio e Clemente (mártires); Frutuoso, Públio e Epifánio (bispo); Meinrado (erem).
FONTE: ASJ
  
 Conforme a tradição no dia de Santa Inês mártir, o Papa abençoou os cordeiros cuja lã será utilizada na confecção dos pálios dos novos Arcebispos do mundo inteiro, dentre eles, nosso novo Arcebispo Dom José Francisco, que deverá se dirigir à Roma no dia 29 de Junho para receber o seu. A bênção aconteceu no Palácio Apostólico, na Capela do Papa Urbano VIII. Os animais são criados pelos monges trapistas do Mosteiro de Trefontana e os pálios são confeccionados pelas monjas do Mosteiro de Santa Cecília, também em Roma.


São Sebastião, rogai por nós! (20 de janeiro)