terça-feira, 1 de janeiro de 2013
A Maternidade Divina e Virginal de MARIA
Julga-se
que o título Theotókos, Mãe de
Deus, aparece pela primeira vez, na literatura cristã, nos escritos de Orígenes
(†250). Foi solenemente proclamado pelo Concílio de Éfeso (431) (BETTENCOURT,
2004).
Em
que sentido Maria é a Mãe de Deus? Toda mãe é mãe de uma pessoa. A Pessoa que
nasce de Maria é a segunda Pessoa da Santíssima Trindade, que dela assumiu a
carne humana. Maria, porém, não é mãe apenas da carne humana, mas de toda a
realidade do seu Filho, o Verbo encarnado. Daí dizer-se que Maria é Mãe de
Deus, mas enquanto Deus feito homem.
Deus
escolheu Maria, por benevolência ou gratuidade, para ser Mãe Santa. Portanto,
encheu-a de graça. Maria correspondeu fielmente ao dom de Deus, dizendo-se e
fazendo-se a serva do Senhor (cf. Lc 1,38. 44). Maria foi escolhida como filha
de Sião ou como membro de um povo chamado a gerar o Messias. Isto quer dizer
que o Sim de Maria é o Sim de uma coletividade; é o Sim de todo o gênero humano, chamado a se
prolongar na Igreja através dos séculos (BETTENCOURT, 2004).
Maria
concebeu o Filho de Deus de maneira livre e generosa. Para isto, devia ter
certo conhecimento do dom e da missão que lhe eram propostos (não se tratava de
conhecimento pleno; (cf. Lc 2,50). Maria é privilegiada, mas ela se intitula “servidora de Deus e dos homens” (cf. Lc
2,38. 48). O próprio Jesus ensinou que “o
maior deve ser como aquele que serve” (cf. Lc 22,26; Jo 12,13-15).
Desde
remota época a Igreja professa que Maria é sempre virgem (no sentido físico).
Esta verdade pertence ao patrimônio da fé, como declarou, em conformidade com a
Tradição, o Papa Paulo V (aos 7/08/1555): “A
bem-aventurada Virgem Maria foi verdadeira Mãe de Deus, e guardou sempre
íntegra a virgindade, antes do parto, no parto e constantemente depois do
parto” (DS 1880 [993]).
A
doutrina da concepção virginal de Maria começa a ter sentido quando abordada de
modo contemplativo no contexto da encarnação. As narrativas da infância de
Mateus e Lucas são as únicas fontes que falam da concepção virginal de Jesus.
Elas testemunham que Maria concebeu Jesus pelo poder da sombra do Espírito
Santo sem intervenção masculina (cf. Lc 1,26-38; Mt 1,18-25). Os dois autores
estão indicando o interesse na concepção virginal como sinal de escolha e graça
divinas. A descrição extraordinária do nascimento de Jesus entra no
discernimento cristológico de que Jesus é Filho de Deus, o Messias, desde o
nascimento.
Assim,
a doutrina da virgindade de Maria é indicativo das origens de Jesus no mistério
de Deus que não se explicita apenas por ascendência humana, mas pela iniciativa
criadora de Deus. Maria é virgem e mãe. Maria Virgem porque se guardou íntegra
para Deus. Virgem por guardar íntegra a Palavra de Deus: “Faça-se em mim…”. Por
isso é também a “sempre virgem Maria”:
avançou íntegra na “penumbra da não-visão”; avançou em “peregrinação de fé”
(LG 58).
SANTA MARIA MÃE DE
DEUS, rogai por nós!
Estela Márcia
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
Mais um ano termina, e com ele,
devem ficar os nossos louvores e agradecimentos ao nosso Deus - que já
iniciamos nas páginas anteriores.
Em meio as turbulências da
vida, e em especial do ano de 2012, precisamos agir como Sidrac, Misac e Abdênago do livro de Daniel, que
em meio a fornalha ardente, louvavam e exaltava o Senhor Deus em uma só voz.
A nossa proposta hoje é também essa,
de nos unir para louvar, glorificar e bendizer a Deus
pelo ano que já está passando, reconhecendo a grandeza e o Poder de Deus em
cuidar de tudo e de todas as coisas do alto de Sua Majestade Infinita e de Sua
Proviência Criadora.
Oremos! Cantemos! ... Ao término de 2012 e a chegada de 2013.
52. Sede bendito, Senhor Deus de nossos pais,
digno de louvor e de eterna glória! Que seja bendito o vosso santo nome
glorioso, digno do mais alto louvor e de eterna exaltação!
53. Sede bendito no templo de vossa glória santa,
digno do mais alto louvor e de eterna glória!
54. Sede bendito por penetrardes com o olhar os
abismos, e por estardes sentado sobre os querubins, digno do mais alto louvor e
de eterna exaltação!
55. Sede bendito sobre vosso régio trono, digno
do mais alto louvor e de eterna exaltação!
56. Sede bendito no firmamento dos céus, digno do
mais alto louvor e de eterna glória!
57. Obras do Senhor, bendizei todas o Senhor,
louvai-o e exaltai-o eternamente!
58. Céus, bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o
eternamente!
59. Anjos do Senhor, bendizei o Senhor, louvai-o
e exaltai-o eternamente!
60. Águas e tudo o que está sobre os céus,
bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
61. Todos os poderes do Senhor, bendizei o
Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
62. Sol e lua, bendizei o Senhor, louvai-o e
exaltai-o eternamente!
63. Estrelas dos céus, bendizei o Senhor,
louvai-o e exaltai-o eternamente!
64. Chuvas e orvalhos, bendizei o Senhor,
louvai-o e exaltai-o eternamente!
65. Ó vós, todos os ventos, bendizei o Senhor,
louvai-o e exaltai-o eternamente!
66. Fogo e calor, bendizei o Senhor, louvai-o e
exaltai-o eternamente!
67. Frio e geada, bendizei o Senhor, louvai-o e
exaltai-o eternamente!
68. Orvalhos e gelos, bendizei o Senhor, louvai-o
e exaltai-o eternamente!
69. Frios e aragens, bendizei o Senhor, louvai-o
e exaltai-o eternamente!
70. Gelos e neves, bendizei o Senhor, louvai-o e
exaltai-o eternamente!
71. Noites e dias, bendizei o Senhor, louvai-o e
exaltai-o eternamente!
72. Luz e trevas, bendizei o Senhor, louvai-o e
exaltai-o eternamente!
73. Raios e nuvens, bendizei o Senhor, louvai-o e
exaltai-o eternamente!
74. Que a terra bendiga o Senhor, e o louve e o
exalte eternamente!
75. Montes e colinas, bendizei o Senhor, louvai-o
e exaltai-o eternamente!
76. Tudo o que germina na terra, bendizei o
Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
77. Mares e rios, bendizei o Senhor, louvai-o e
exaltai-o eternamente!
78. Fontes, bendizei o Senhor, louvai-o e
exaltai-o eternamente!
79. Monstros e animais que vivem nas águas,
bendizei o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
80. Pássaros todos do céu, bendizei o Senhor,
louvai-o e exaltai-o eternamente!
81. Animais e rebanhos, bendizei o Senhor,
louvai-o e exaltai-o eternamente!
82. E vós, homens, bendizei o Senhor, louvai-o e
exaltai-o eternamente!
83. Que Israel bendiga o Senhor, e o louve e o
exalte eternamente!
84. Sacerdotes, bendizei o Senhor, louvai-o e
exaltai-o eternamente!
85. Vós que estais a serviço do templo, bendizei
o Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
86. Espíritos e almas dos justos, bendizei o
Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
87. Santos e humildes de coração, bendizei o
Senhor, louvai-o e exaltai-o eternamente!
88. Ananias, Azarias e Misael, bendizei o Senhor,
louvai-o e exaltai-o eternamente, porque ele nos livrou da permanência nas
trevas, salvou-nos da mão da morte; tirou-nos da fornalha ardente, e
arrancou-nos do meio das chamas.
89. Glorificai o Senhor porque ele é bom, porque
eterna é a sua misericórdia.
90. Homens
piedosos, bendizei o Senhor, Deus dos deuses, louvai-o, glorificai-o, porque é
eterna a sua misericórdia!
E ... sob a unção do Espírito
Santo, desejamos-lhe:
UM SANTO & VENTUROSO 2013!
Estela
Márcia
domingo, 30 de dezembro de 2012
“As lições de Nazaré”
“Ó como gostaríamos de voltar à infância e seguir essa humilde e sublime escola de Nazaré! Como gostaríamos, junto a Maria, de recomeçar a adquirir a verdadeira ciência e a elevada sabedoria das verdades divinas (...)
- Primeiro, uma lição de silêncio. Que renasça em nós a estima pelo silêncio, essa admirável e indispensável condição do espírito; em nós, assediados por tantos clamores, ruídos e gritos em nossa vida moderna barulhenta e hipersensibilizada. O silêncio de Nazaré ensina-nos o recolhimento, a interioridade, a disposição para escutar as boas inspirações e as palavras dos verdadeiros mestres. Ensina-nos a necessidade e o valor das preparações, do estudo, da meditação, da vida pessoal e interior, da oração que só Deus vê no segredo.
- Uma lição de vida familiar. Que Nazaré nos ensine o que é a família, sua comunhão de amor, sua beleza simples e austera, seu caráter sagrado e inviolável; aprendamos de Nazaré o quanto a formação que recebemos é doce e insubstituível: aprendamos qual é sua função primária no plano social.
- Uma lição de trabalho. Ó Nazaré, ó casa do “filho do carpinteiro”! É aqui que gostaríamos de compreender e celebrar a lei, severa e redentora, do trabalho humano; aqui, restabelecer a consciência da nobreza do trabalho; aqui, lembrar que o trabalho não pode ser um fim em si mesmo, mas que sua liberdade e nobreza resultam, mais que de seu valor econômico, dos valores que constituem o seu fim. Finalmente, como gostaríamos de saudar aqui todos os trabalhadores do mundo inteiro e mostrar-lhes seu grande modelo, seu divino irmão, o profeta de todas as causas justas, o Cristo nosso Senhor.” (Papa Paulo VI)
Sagrada Família de Nazaré, rogai por nós e nossas famílias!
Estela Márcia
sábado, 29 de dezembro de 2012
O ADVENTO DE 2013
Estamos às portas do Ano de 2013. Fazendo todos os agradecimentos pelo ano que vai terminando, precisamos também nos revestir de uma espiritualidade toda própria para “esperar” o ano que vem.
Se no Tempo do Advento do Natal - há poucos dias vivido por toda a Igreja - vivíamos o apelo para os comportamentos essenciais do cristão, como a expectativa vigilante e alegre, a esperança, a conversão e a pobreza para a chegada do Menino-Deus, hoje estamos nos preparando com os mesmos valores, sem ilusões de um tempo mágico que “na virada”, como dizem muitos, estaríamos vivendo uma transformação. Terrível engano é este, o de pensar que num passo de mágica estaríamos “transformando” nossas vidas.
Sabemos que a transformação é possível sim, mas para isso ocorra, é necessário uma conversão de vida, de valores e de escolhas, capazes de tornarem-se todo o projeto de um “Ano Novo”, verdadeiramente novo.
Portanto, a Igreja nos propõe o mesmo ensinamento, por assim dizer, o de ter vivido um bem preparado Advento para o Natal do Senhor e um Santo tempo natalino, que como conseqüência, vem gerar para nós um “Novo Ano” e uma Nova Vida. Tudo bem preparado no espírito e na carne.
A expectativa vigilante do Ano que vira é acompanhada sempre pelo convite à alegria, como no Advento do Natal. Então todo “Advento” é tempo de expectativa alegre porque aquilo que se espera certamente acontecerá. Deus é fiel. A vinda do Salvador criou para nós um clima de alegria que a liturgia do Advento não só relembrou, mas quer também nos mergulhou.
O Batista, por Graça do Espírito Santo, diante de Cristo presente em Maria, saltou de alegria no seio de sua mãe e fortaleceu a certeza do Mistério da Encarnação. Nós também, no 1º dia do Ano precisaremos saltar de alegria por estarmos sendo abençoados pela Santa Mãe de Deus que a nós saudará com as vestes da Graça do mesmo Espírito Santo que sobre ela a inundou e santificou.
Na convocação ao testemunho da esperança, a Igreja, quer nos confortar com a figura de Maria, a Mãe de Jesus. Ela que "no céu, glorificada em corpo e alma, é a imagem e a primícia da Igreja...brilha também na terra como sinal de segura esperança e de consolação para o povo de Deusa caminho, até que chegue dia do Senhor". (2 Pd 3,10).
Esse comportamento de vigilante espera na alegria e na esperança exige sobriedade, isto é, renúncia aos excessos e a tudo aquilo que possa desviar-nos da espera do Senhor. O espírito de conversão, próprio de um Advento, possui tonalidades diferentes daquelas que teimam em perder o sentido real da festa e transformá-la em um momento de pura comemoração vazia no espírito e sobrecarregada de prazeres da carne. Busquemos nos preparar, se ainda não o fizemos, confiando em Deus e nos seus projetos de Amor e Felicidade para os que a Ele se entregam, consagrando-nos desde já ao Coração da Santa Mãe de Deus e nossa.
Estela Márcia
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
É tempo de agradecer!
É tempo de agradecer pelo ano que termina e já entregar o ano que iniciará dentro de poucos dias. E não existe meio melhor de agradecer por todas as Graças e Bênçãos concedidas por Deus a nós do que as orações dos Salmos. Os cinco últimos Salmos são a expressão perfeita de Louvor, Honra e Glória ao nosso Senhor e Deus, Uno e Trino, Pai, Filho e Espírito Santo.
As batalhas e vitórias, conquistas e realizações dos projetos pessoais, familiares e profissionais, bem como os progressos espirituais e humanos, precisam ser agradecidas pelo coração daquele que confiou e acreditou na Misericórdia de Deus, e pode ao final deste contemplar as maravilhas por Ele realizadas.
A vida e o existir, as curas e as libertações, tudo isso e muito mais fazem parte de um projeto sonhado por Deus para nós e para os nossos. Portanto entoemos hinos e louvores, orações e ações de graças.
Deus é Bom e Amável, constrói e reconstrói, congrega e dispersa na medida das necessidades de cada um. É Ele que concede aos humildes a sabedoria e a força, o sustento e o vigor. É Ele que da a fé e a esperança, cuida e faz crescer a alma que se abandona. É Ele que dá alimento a alma e ao corpo. É ele que faz germinar a terra. É ele o único que merece toda adoração e agradecimento humano. Com o poder de Sua Palavra, Ele concede a Lei e a Salvação.
Com o salmista, louvemos ao Senhor todas as gentes e todos os povos! Famílias de toda a terra: cantemos as suas maravilhas e entoemos hinos de Glória e Louvor ao Deus que È, que Era e que sempre Será.
“Louva, ó minha alma, o Senhor! Louvarei o Senhor por toda a vida. Salmodiarei ao meu Deus enquanto existir. Não coloqueis nos poderosos a vossa confiança, são apenas homens nos quais não há salvação. Quando se lhe for o espírito, ele voltará ao pó, e todos os seus projetos se desvanecerão de uma só vez. Feliz aquele que tem por protetor o Deus de Jacó, que põe sua esperança no Senhor, seu Deus. É esse o Deus que fez o céu e a terra, o mar e tudo o que eles contêm; que é eternamente fiel à sua palavra, que faz justiça aos oprimidos, e dá pão aos que têm fome. O Senhor livra os cativos; o Senhor abre os olhos aos cegos; o Senhor ergue os abatidos; o Senhor ama os justos. O Senhor protege os peregrinos, ampara o órfão e a viúva; mas entrava os desígnios dos pecadores. O Senhor reinará eternamente; ó Sião, teu Deus é rei por toda a eternidade.” (Sl. 145,1-10)
“Louvai o Senhor porque ele é bom; cantai ao nosso Deus porque ele é amável, e o louvor lhe convém. O Senhor reconstrói Jerusalém, e congrega os dispersos de Israel. Ele cura os que têm o coração ferido, e pensa-lhes as chagas. É ele que fixa o número das estrelas, e designa cada uma por seu nome. Grande é o Senhor nosso e poderosa a sua força; sua sabedoria não tem limites. O Senhor eleva os humildes, mas abate os ímpios até a terra. Cantai ao Senhor um cântico de gratidão, cantai ao nosso Deus com a harpa. A ele que cobre os céus de nuvens, que faz cair a chuva à terra; a ele que faz crescer a relva nas montanhas, e germinar plantas úteis para o homem. Que dá sustento aos rebanhos, aos filhotes dos corvos que por ele clamam. Não é o vigor do cavalo que lhe agrada, nem ele se compraz nos jarretes do corredor.” (Sl 146,7-10)
”Louva, ó Jerusalém, ao Senhor; louva o teu Deus, ó Sião, porque ele reforçou os ferrolhos de tuas portas, e abençoou teus filhos em teu seio. Estabeleceu a paz em tuas fronteiras, e te nutre com a flor do trigo. Ele revelou sua palavra a Jacó, e aí ela corre velozmente. Ele faz cair a neve como lã, espalha a geada, como cinza. Atira o seu granizo como migalhas de pão, diante de seu frio as águas se congelam. À sua ordem, porém, elas se derretem; faz soprar o vento e as águas correm de novo. Ele revelou sua palavra a Jacó, sua lei e seus preceitos a Israel.” (Sl 147,1-8)
“Aleluia. Nos céus, louvai o Senhor, louvai-o nas alturas do firmamento. Louvai-o, todos os seus anjos. Louvai-o, todos os seus exércitos. Louvai-o, sol e lua; louvai-o, astros brilhantes. Louvai-o, céus dos céus, e vós, ó oceanos dos espaços celestes. Louvem o nome do Senhor, porque ele mandou e tudo foi criado. Tudo estabeleceu pela eternidade dos séculos; fixou-lhes uma lei que não será violada. Na terra, louvai o Senhor, cetáceos e todos das profundezas do mar; fogo e granizo, neve e neblina; vendaval proceloso dócil às suas ordens; montanhas e colinas, árvores frutíferas, árvores silvestres; feras e rebanhos, répteis e aves; reis da terra e todos os seus povos; príncipes e juízes do mundo; jovens e donzelas; velhos e crianças! Louvem todos o nome do Senhor, porque só o seu nome é excelso. Sua majestade transcende a terra e o céu, e conferiu a seu povo um grande poder. Louvem-no todos os seus fiéis, filhos de Israel, povo a ele mais chegado.” (Sl 148,1-14)
“Aleluia. Cantai ao Senhor um cântico novo, ressoe o seu louvor na assembléia dos fiéis. Alegre-se Israel em seu criador, exultem em seu rei os filhos de Sião. Em coros louvem o seu nome, cantem-lhe salmos com o tambor e a cítara, porque o Senhor ama o seu povo, e dá aos humildes a honra da vitória. Exultem os fiéis na glória, alegrem-se em seus leitos. Tenham nos lábios o louvor de Deus, e nas mãos a espada de dois gumes, para tirar vingança das nações pagãs, e impor castigos aos povos; para lançar em ferros os seus reis, e pôr algemas em seus príncipes, executando contra eles o julgamento pronunciado. Tal é a glória reservada a todos os seus fiéis.” (Sl 149,1-9)
”Aleluia. Louvai o Senhor em seu santuário, louvai-o em seu majestoso firmamento. Louvai-o por suas obras maravilhosas, louvai-o por sua majestade infinita. Louvai-o ao som da trombeta, louvai-o com a lira e a cítara. Louvai-o com tímpanos e danças, louvai-o com a harpa e a flauta. Louvai-o com címbalos sonoros, louvai-o com címbalos retumbantes. Tudo o que respira louve o Senhor!” (Sl 150,1-5)
Estela Márcia
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
“Eu vos anuncio uma grande alegria ... nasceu para vós um Salvador, que é o Cristo Senhor"
“Aconteceu que, naqueles dias, César Augusto publicou um decreto, ordenando o recenseamento de toda a terra. Este primeiro recenseamento foi feito quando Quirino era governador da Síria. Todos iam registrar-se cada um na sua cidade natal. Por ser da família e descendência de Davi, José subiu da cidade de Nazaré, na Galiléia, até a cidade de Davi, chamada Belém, na Judéia, para registrar-se com Maria, sua esposa, que estava grávida. Enquanto estavam em Belém, completaram-se os dias para o parto, e Maria deu à luz o seu filho primogênito. Ela o enfaixou e o colocou na manjedoura, pois não havia lugar para eles na hospedaria. Naquela região havia pastores que passavam a noite nos campos, tomando conta do seu rebanho. Um anjo do Senhor apareceu aos pastores, a glória do Senhor os envolveu em luz, e eles ficaram com muito medo. O anjo, porém, disse aos pastores: “Não tenhais medo! Eu vos anuncio uma grande alegria, que o será para todo o povo: Hoje, na cidade de Davi, nasceu para vós um Salvador, que é o Cristo Senhor. Isto vos servirá de sinal. Encontrareis um recém-nascido envolvido em faixas e deitado numa manjedoura”. E, de repente, juntou-se ao anjo uma multidão da coorte celeste. Cantavam louvores a Deus, dizendo: “Glória a Deus no mais alto dos céus, e paz na terra aos homens por ele amados”. (Lc 2,1-14)
Publicamos neste 3º dia do nosso Tríduo o decreto do Céu, o decreto de que a todos que desejarem poderão ver a Luz de Deus envolver a sua vida, bastando para isso, abrir o coração e deixar o Menino-Deus fazer morada e conduzir, a partir de então, todos os pensamentos, sentimentos e projetos de sua vida.
Por ser da família e descendência de Davi, com José e Maria, seus pais, Ele espera que completem-se nos seus dias, o momento para que sua Mãe Maria, possa dar-te todos os ensinamentos de humildade, obediência e fidelidade a Deus, e com Ele, seu Senhor e Pai, fazer a Festa da Luz acontecer na sua e na minha vida.
Dada “à Luz”, a Virgem Mãe quer cuidar e enfaixar as feridas de nossas vidas com radiação da Luz sem ocaso, que vem curar de uma vez por todas as nossas diversas enfermidades. Colocando-nos na manjedoura de seu Imaculado Coração, cuidará e preparará para que sejamos colocados Manjedoura Eterna do Coração de Seu Filho de seu Menino-Deus.
Diante desse Divino Decreto, o anjo vem completar a notícia para nós: “Não tenhais medo! Eu vos anuncio uma grande alegria, que o será para todo o povo: Hoje, na cidade de Davi, nasceu para vós um Salvador, que é o Cristo Senhor (...) Ao anjo uma multidão da corte celeste quer se unir para cantar conosco: Glória a Deus no mais alto dos céus, e paz na terra aos homens por ele amados”.
O decreto é este meus irmãos: a Festa da Luz e do Amor de Deus cantado pela corte celeste, quer e precisa ser a nossa Festa neste Natal do Senhor.
Hoje irmãos o Céu já decretou para nós: Não tenhamos medo! Tenhamos Fé e Esperança! Vivamos o Amor! Festejemos a Grande Luz que vem clarear todas as trevas do ontem de nossas vidas.
FELIZ & SANTO NATAL! ... Com Jesus, Maria e José – a Sagrada Família de Nazaré.
Estela Márcia e Família.
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