sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Dia 04 de agosto de 2012 a benção da Mãe Aparecida foi especialmente para seus filhos sacerdotes.

HOMENAGEM A TODOS OS SACERDOTES QUE LEREM!!!

Eu Vos amo, meu Deus, e o meu único desejo é amar-Vos até ao último suspiro da minha vida.
Eu Vos amo, Deus infinitamente bom, e prefiro morrer amando-Vos que viver um só instante sem Vos amar.
Eu Vos amo, meu Deus, e só desejo o Céu para ter a felicidade de Vos amar perfeitamente.
Eu Vos amo, meu Deus, e só temo o inferno porque aí nunca haverá a doce consolação de Vos amar.
Meu Deus, se a minha língua não puder estar sempre a dizer que Vos amo que o meu coração o diga tantas vezes como quantas eu respiro.
Senhor dê-me a graça de sofrer amando-Vos, de Vos amar sofrendo, e de um dia expirar amando-Vos e sentindo que Vos amo.
E quanto mais me aproximo do meu fim, mais Vos imploro a graça de aumentar e aperfeiçoar o meu amor. Amém!
São João Maria Vianney, rogai pelos nossos sacerdotes!
Estela Márcia


Rezemos pelas vocações!!!

Agosto - Mês Vocacional



O mês de agosto como vocacional foi indicado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB – em 1981, na sua 19ª Assembléia Geral. Em 1983, reforçando esta caminhada, foi celebrado em todo o Brasil um Ano Vocacional.
O objetivo principal foi o de instituir um tempo, o mês de agosto, voltado prioritariamente para a reflexão e a oração pelas vocações e os ministérios.
A Igreja, cumprindo a ordem de Jesus, deve rezar ao Senhor da Messe para que envie operários para a sua messe.
A nova evangelização necessita de muitos e qualificados evangelizadores: cristãos e cristãs leigos comprometidos, consagrados e consagradas totalmente doados ao Reino, ministros ordenados que sejam verdadeiros pastores e sinais de comunhão e unidade do povo de Deus.


Primeiro Domingo: Dia do Padre


No primeiro domingo do mês vocacional, motivados pela festa de São João Maria Vianney, padroeiro dos párocos, celebramos o dia do padre. Haveria necessidade de um dia especialmente para o padre? Do ponto de vista da comunidade eclesial é importante ressaltar o lugar e a missão de todos os ministros ordenados, ou seja, os diáconos, os padres e os bispos. O 1º Congresso Vocacional do Brasil, realizado em 1999, diz que a vocação dos ministros ordenados está a serviço das outras vocações. Logo, é serviço que organiza os demais serviços. Trata-se de um ministério em função dos outros serviços da comunidade. Evidentemente o padre, ou o sacerdote, o presbítero, como costumamos chamar, tem na vida da comunidade um valor muito grande. Desde que Jesus confiou a São Pedro o cuidado e pastoreio do rebanho, a Igreja sabe que a origem do ministério ordenado, também do padre, está no seguimento de Jesus e no seu chamado aos apóstolos, a quem confiou à missão de evangelizar. Ao padre – pai – compete ser sinal da unidade de todo o povo de Deus, contribuindo, pela caridade pastoral, para a edificação e o crescimento da comunidade, de forma que ela seja cada vez mais evangelizadora e missionária.
Rezemos muito pela perseverança e fidelidade de nossos presbíteros. Supliquemos ao Senhor da Messe para que envie para a nossa cidade muitos e santos padres. No dia do padre vamos elevar nossa ação de graças a Deus e expressar nossa gratidão, carinho e afeto para com os padres de nossas comunidades. Eles foram escolhidos por Deus, chamados por Jesus e enviados pelo Espírito Santo.
 


Segundo Domingo: Dia dos Pais


Um dia para a família. No segundo domingo do mês vocacional celebramos a vocação da família, tendo presente o dia dos pais. A família vem sofrendo muita violência e agressão, em seu sentido e em seus valores, passando por um processo de desestruturação. Mas é verdade também que existe um clima favorável à reflexão, à oração, ao afeto, à gratidão para com os pais, uma retomada do lugar fundamental da família. A família é chamada por Deus a ser pai, a ser mãe, a gerar vida, a ser testemunha do amor e da fraternidade. É sinal de Deus Pai Criador. A Igreja no Brasil, consciente da importância da família no plano da salvação e no projeto de evangelização, quis lhe dedicar um dia especial. Nesse sentido o segundo domingo de agosto é dedicado à família como vocação e missão. A vocação da família. Se expressa na aliança da Trindade com a humanidade na continuidade e garantia da vida, e vida plena. Concretiza o projeto de Deus para os homens e mulheres que é vida e dignidade. No amor e na fidelidade da família se encontra o sinal visível e palpável, pelo sacramento do matrimônio, do amor e da fidelidade do próprio Deus. É o espaço e o ambiente ideal para aprofundar e formar a consciência vocacional das crianças, dos adolescentes, dos jovens; enfim, a responsabilidade vocacional de todos. Diz o Papa João Paulo II que “os pais servirão verdadeiramente a vida dos seus filhos, se os ajudarem a fazer da própria existência um dom, respeitando as suas escolhas maduras e promovendo com alegria cada vocação, mesmo a vocação religiosa e sacerdotal”. Que grandiosa e bela vocação tem a família. A família, celeiro das vocações. A família, pelo sacramento do matrimônio, participa da missão educativa da Igreja, que é mestra e mãe. Denominada igreja doméstica a família oferece as condições favoráveis para o nascimento e o crescimento das vocações. As famílias têm a missão de educar seus filhos e filhas para uma autêntica vida cristã. Ao cultivarem os valores da fé a família abre espaços e tempos para que os filhos possam discernir o chamado de Deus. Na verdade uma autêntica família cristã, testemunha fiel no mundo e comprometida com os ministérios na comunidade, proporciona um confronto sadio entre os ideais e sonhos dos adolescentes e jovens com as propostas do Evangelho, as necessidades da Igreja e da humanidade. A família é o celeiro, é o campo e a messe, é a sementeira das vocações e dos ministérios. Amor à família. No dia da família, de sua vocação e de sua missão na Igreja e no mundo, elevemos nosso louvor a Deus e nossa gratidão aos pais e à família que temos. Mesmo que muitos homens e mulheres não assumiram sua responsabilidade de pais, mesmo que muitos filhos e filhas estejam abandonados e excluídos de um aconchego familiar, de uma casa, temos a responsabilidade de anunciar e propor a família e seus valores como fundamentais para que a vida não se perca e o Evangelho seja vivido e anunciado. Nossa vocação é a da inclusão de todos em uma família, que seja fraterna, justa, solidária, missionária, evangelizadora.
Vamos seguir o exemplo da família de Nazaré que, em sua pequenez e humildade, se fez a servidora do Senhor. Somos todos, a família de Deus.

Terceiro Domingo: Dia da Vida Religiosa


Um dia para a vida religiosa. No terceiro domingo do mês vocacional celebramos a vocação religiosa. Quando nos referimos à vida religiosa temos presente os homens e mulheres que vivendo em comunidade, buscam a perfeição pessoal e assumem a missão própria do seu Instituto, Ordem ou Congregação. Na solenidade da Assunção de Maria ao céu, a Igreja lembra que a Mãe de Jesus é modelo para todos os cristãos, e, de forma particular, dos que se consagram a Deus pelos conselhos evangélicos: pobreza, castidade e obediência. Hoje existem diferentes formas de vida consagrada, desde os que testemunham a fé em comunidades, apostólicas, contemplativas e monásticas, até os que, pessoalmente, se inserem nas realidades profissionais e evangelizadoras, e aí vivem sua consagração e missão. Recordamos aqui os inúmeros Institutos Seculares. Na Igreja do Brasil lembramos dos consagrados e consagradas no terceiro domingo de agosto. O Papa João Paulo II instituiu uma data especial para a vida consagrada, dia 2 de fevereiro, festa da Apresentação do Senhor. A vocação à vida consagrada. O fundamento evangélico da vida consagrada está na relação que Jesus estabeleceu com alguns de seus discípulos, convidando-os a colocarem sua existência ao serviço do Reino, deixando tudo e imitando mais de perto a sua forma de vida. A origem da vida consagrada está, pois, no seguimento de Jesus Cristo a partir da profissão pública dos conselhos evangélicos. A referência vital e apostólica são os carismas de fundação. Sua função consiste em dar testemunho de santidade e do radicalismo das bem-aventuranças. Exige-se dos consagrados total disponibilidade e testemunho de vida, levando a todos o valor da vocação cristã. São sinais visíveis do absoluto de Deus através do sinal de Jesus Cristo histórico pobre, casto e obediente.
A missão da vida consagrada. A vida consagrada, em suas diversas formas, tanto apostólica como contemplativa e monástica, é evangelizadora pela sua própria existência. As Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja do Brasil dizem que a vida consagrada evangeliza na medida em que “vive radicalmente a experiência cristã e testemunha a entrega total no seguimento de Cristo”. Não só, o melhor serviço está na “força pastoral que lhe vem, sobretudo do fato de ser expressão do seguimento de Cristo no meio do Povo de Deus que é sinal de esperança para ele”. A presença dos consagrados e consagradas em nossas comunidades é significativa e imprescindível, pelo que são e pelos serviços que prestam nos diferentes campos pastorais. Os religiosos e religiosas encontraram novas maneiras de viver em comunidades inseridas e de animar as comunidades eclesiais e as pastorais específicas. Ou seja, em tudo a vida consagrada tem aprofundado sua consagração a Deus na vivência dos conselhos evangélicos em vista da construção do Reino. Vamos rezar pelos religiosos e religiosas, pelos consagrados e consagrados, para que sejam entre nós sinais vivos e confiáveis do amor de Deus e de seu Reino. Com eles vamos formar a grande comunidade, que é a Igreja, em sua missão de evangelização.

Quarto Domingo: Dia dos Ministérios Leigos e quando há um quinto domingo: Dia dos Catequistas

         Um dia para os catequistas e os ministérios leigos. No quarto domingo do mês vocacional lembramos-nos dos catequistas. Eles são, por vocação e missão, os grandes educadores da fé na comunidade cristã. Junto com eles, e tendo-os como símbolo e referência, recordamos hoje também todos os que na comunidade e na sociedade assumem ministérios e serviços. Na Igreja do Brasil temos um número muito grande de catequistas. São homens e mulheres que, cientes de sua responsabilidade cristã, assumem o serviço de educar e formar crianças, jovens e adultos, preparando-os não só para os sacramentos, de modo particular a eucaristia, mas para testemunhar com a própria vida a pessoa de Jesus e o seu Evangelho. Da catequese familiar e eclesial depende a maturidade da fé dos cristãos e a vivacidade e o testemunho da Igreja.
A vocação do catequista. Ser catequista é ter consciência de ser chamado e enviado para educar e formar na fé. Sabemos que há diversidade de dons e de ministérios, mas o Espírito Santo é o mesmo. Existem diversos modos de ação, mas é o mesmo Deus que age em todos e realiza tudo em todos. É assim que nos diz a Bíblia, a Palavra de Deus. Carisma é um dom do alto, que torna seu portador apto a desempenhar determinadas atividades e serviços em vista da evangelização e da salvação. Todo catequista tem um carisma e recebe este dom, que assume a forma do serviço da catequese na comunidade. É uma graça acolhida e reconhecida pela comunidade eclesial, que comporta estabilidade e responsabilidade. Ser catequista é uma vocação e uma missão. A missão dos catequistas. Uma das preocupações fundamentais da Igreja hoje é a formação de seus agentes pastorais. Temos necessidade de muitos e santos evangelizadores. A vocação é essencialmente eclesial e está destinada ao serviço e ao bem da comunidade. A Igreja, como assembléia dos vocacionados à santidade, tem o compromisso e o dever de preparar adequadamente, seus filhos e filhos, para que realizem, com fé, amor e eficácia, o projeto de evangelização. Pela catequese a Igreja contribui para que cada batizado cresça, amadureça e frutifique sua fé. Sabemos que uma das tarefas mais importantes da Igreja é ajudar cada um a encontrar seu projeto de vida, a perceber o chamado de Deus. Catequistas bem preparados e cheios do Espírito de Deus podem trabalhar a dimensão vocacional no conteúdo e na metodologia da catequese, de forma que ela favoreça o despertar vocacional e o engajamento eclesial. Na própria formação dos catequistas deve-se contemplar a dimensão vocacional.
Apoiar e incentivar os catequistas. Que riqueza imensa ter na comunidade muitos e santos catequistas. Com seu empenho e compromisso contribuem também para a preparação das novas gerações de batizados. Eles são pais, mães, irmãos, irmãs, amigos, das crianças, dos adolescentes, dos jovens, dos adultos. Estabelecem relações de amizade e afeto, de confiança e credibilidade. Através dos catequistas a Igreja expressa sua missão de anunciar a pessoa de Jesus e o seu Reino. Hoje é dia de rezar por esses homens e mulheres que, apesar de todos os outros compromissos familiares e profissionais, com gratuidade se doam ao serviço da catequese. Devemos a eles muito do que somos e vivemos como cristãos. Todos nós tivemos um dia um catequista, a começar de nossos próprios pais. Ao mesmo tempo apoiemos e encorajemos os que na comunidade assumiram um serviço, um ministério. Vamos rezar para que continuem sendo abençoados por Deus e vivam com fé e amor a vocação e missão recebida.

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Venham TODOS! Vamos ADORAR o nosso Deus!!!


"Todas as nações que criastes virão adorar-vos, e glorificar o vosso nome, ó Senhor. Porque vós sois grande e operais maravilhas, só vós sois Deus.
Ensinai-me vosso caminho, Senhor, para que eu ande na vossa verdade.
Dirigi meu coração para que eu tema o vosso nome.
De todo o coração eu vos louvarei, ó Senhor, meu Deus, e glorificarei o vosso nome eternamente." (Salmo 85,9-12)

Estamos em ADORAÇÃO durante 7 dias e 7 noites. De 06 a 12 de agosto.
O Senhor te convida.
Estela Márcia

quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Momento forte de comunhão e oração - a Peregrinação ao Santuário de N. S. Aparecida

            "Peregrinar é ir ao encontro da Graça", escrevia dia 03 de agosto próximo passado.
            Foi com intensa alegria que a Diocese de Petrópolis reuniu-se no Santuário de N. S. Aparecida no último dia 04 de agosto. Ao lado do Monsenhor Paulo Daher - Administrador Apostólico estiveram os sacerdotes, muitos religiosos e representantes das dezenas de Paróquias da Diocese para pedir a "Mãe" à benção. Foi intenso momento de Fé e Comunhão na Santa Missa, seguida da Via Sacra no morro do Cruzeiro.  
            E com muita fé e unção falou-nos o Monsenhor Paulo a respeito dos muitos motivos de nossa visita a casa da Mãe Aparecida em busca de sua benção. Refletiu a respeito do desejo de pedirmos a N. Senhora pelos trabalhos propostos pelo Santo Padre para este ano dedicado a Fé da Igreja, o ano da "Porta Fidei" - que deverá no dia 11 de outubro de 2012. Onde deveremos viver a Fé como Dom de Deus, como Luz de Deus que alimenta a nossa vida e que nos coloca em missão.
            Destacou ainda que precisamos da ajuda de N. Senhora para celebrarmos bem os 50 anos do Concílio Vaticano II e dos 25 anos do Catecismo da Igreja Católica, instrumentos e orientações para os tempos atuais na vida e missão da Igreja em missão, bem como na família. Lembrou-nos a importância do Catecismo como 2º Livro de nossa Fé - ao lado da Bíblia, e que representa a Sagrada Tradição da Igreja, e nos traz os fundamentos da "Iniciação Cristã".
            Esses e outros "são os motivos que nos levam a buscar a benção da Mãe e orientação pessoal e familiar", disse o Monsenhor. Incentivou-nos para a preparação da Jornada Mundial da Juventude, Rio/2013, e ainda, ao dizer que estamos num momento de fortalecimento de nossas comunidades e surgimento de novas outras, pois o "carisma da Igreja é o de lançar-se ao mundo", motivo também para estarmos com N. Senhora unidos como estiveram os apóstolos nos nove dias antes de Pentecostes, antes de saírem a anunciar Jesus ao mundo.
            Com a renovada alegria de Maria na visita a sua prima Isabel conduziu-nos ao agradecimento a N. Senhora por seu acolhimento e suas bênçãos.
            Agradeçamos ao Senhor e a Senhora do Céu por este momento diocesano em que recebemos um ânimo novo para sermos Igreja! Agradeçamos por poder após o grande presente que foi a Santa Missa, termos vivido a
            Encha-nos Senhor de Vosso Espírito de Amor e Fidelidade a Vossa Igreja, e faça-nos testemunhas fiéis de nossa missão e de nosso chamado!
            N. Senhora Aparecida, obrigada Mãe por suas bênçãos a nossa Igreja Diocesana de Petrópolis, e por continuar mostrando o sentido do anúncio aos nossos pastores!
            Abençoai Senhor e Senhora do Céu, o Santo Padre, o Papa Bento XVI, nossos Bispos e Cardeais, o clero e todo o povo de Deus! Amém!
Estela Márcia


domingo, 5 de agosto de 2012

Cerco de Jericó: A fé que remove muralhas

CERCO DE JERICÓ NA BÍBLIA - JOSUÉ 6, 1-27
1. Jericó, cidade murada, tinha se fechado diante dos israelitas, e ninguém saía dela nem podia entrar.
2. O Senhor disse a Josué: Vê, entreguei-te Jericó, seu rei e seus valentes guerreiros.
3. Dai volta à cidade, vós todos, homens de guerra; contornai toda a cidade uma vez. Assim farás durante seis dias.
4. Sete sacerdotes, tocando sete trombetas, irão adiante da arca. No sétimo dia dareis sete vezes volta à cidade, tocando os sacerdotes a trombeta.
5. Quando o som da trombeta for mais forte e ouvirdes a sua voz, todo o povo soltará um grande clamor e a muralha da cidade desabará. Então o povo tomará (de assalto) a cidade, cada um no lugar que lhe ficar defronte.
6. Josué, filho de Nun, convocou os sacerdotes e disse-lhes: Levai a arca da aliança, e sete sacerdotes estejam diante dela tocando as trombetas.
7. E disse em seguida ao povo: Avante! Dai volta à cidade, marchando os guerreiros diante da arca do Senhor.
8. Logo que Josué acabou de falar, os sete sacerdotes, levando as sete trombetas, retumbantes, puseram-se em marcha diante do Senhor, tocando os seus instrumentos; e a arca da aliança do Senhor os seguiu.
9. Marcharam os guerreiros diante dos sacerdotes que tocavam a trombeta, e à retaguarda seguia a arca; e durante toda a marcha ouvia-se o retinir das trombetas.
10. Ora, Josué havia dado essa ordem ao povo: não griteis, nem façais ouvir a vossa voz, nem saia de vossa boca palavra alguma, até o dia em que eu vos disser: Gritai! Então clamareis com força.
11. A arca do Senhor deu uma volta à cidade, e retornaram ao acampamento para ali passar a noite.
12. Josué levantou-se muito cedo e os sacerdotes levaram a arca do Senhor.
13. Os sete sacerdotes, levando as sete trombetas retumbantes, marchavam diante da arca do Senhor, tocando a trombeta durante a marcha. Os guerreiros precediam-nos, e à retaguarda seguia a arca do Senhor. E ouvia-se o retinir da trombeta durante a marcha.
14. Deram volta à cidade uma vez, no segundo dia, e voltaram ao acampamento. O mesmo fizeram durante seis dias.
15. Mas, ao sétimo dia, levantando-se de madrugada, deram volta à cidade sete vezes, como nos dias precedentes: esse foi o único dia em que fizeram sete vezes a volta.
16. Quando os sacerdotes tocaram as trombetas na sétima volta, Josué disse ao povo: Gritai, porque o Senhor vos entregou a cidade.
17. A cidade será votada ao Senhor por interdito, como tudo o que nela se encontra; exceção feita somente a Raab, a prostituta, que terá a sua vida salva com todos os que se encontrarem em sua casa, porque ocultou os espiões que tínhamos enviado.
18. Mas guardai-vos (de tocar) no que é votado ao interdito. Se tomardes algo do que foi anatematizado, atraireis o interdito sobre o acampamento de Israel, o que seria uma catástrofe.
19. Toda a prata, todo o ouro e todos os objetos de bronze e de ferro serão consagrados ao Senhor e farão parte do seu tesouro.
 20. O povo clamou e os sacerdotes tocaram as trombetas. E logo que o povo ouviu o som das trombetas, levantou um grande clamor. A muralha desabou. A multidão subiu à cidade, sem nada diante de si.
21. Tomaram a cidade e votaram-na ao interdito, passando a fio de espada tudo o que nela se encontrava, homens, mulheres, crianças, velhos e até mesmo os bois, as ovelhas e os jumentos.
22. Josué disse então aos dois homens que tinham explorado a terra: Entrai na casa da prostituta e fazei-a sair de lá com tudo o que lhe pertence.
23. Os espiões entraram na casa e fizeram sair Raab, seu pai, sua mãe, seus irmãos e tudo o que lhe pertencia, toda a sua parentela, e puseram-nos em segurança fora do acampamento de Israel.
24. Queimaram a cidade com tudo o que ela continha, exceto prata, ouro e todos os objetos de bronze e de ferro que foram recolhidos aos tesouros da casa do Senhor.
25. Josué conservou a vida de Raab, a prostituta, bem como a da família de seu pai e a de todos os seus, de sorte que ela habitou no meio de Israel até este dia, porque ela havia ocultado os mensageiros enviados a explorar Jericó.
26. Então proferiu Josué este juramento: Maldito seja diante do Senhor quem tentar reconstruir esta cidade de Jericó! Será ao preço do seu primogênito que lhe lançará os primeiros fundamentos, e será à custa do último de seus filhos, que lhe porá as portas!
27. O Senhor estava com Josué, e o seu renome divulgou-se por toda a terra.

CERCO DE JERICÓ NA PARÓQUIA N. S. IMACULADA CONCEIÇÃO - RAIZ DA SERRA, MAGÉ
DIOCESE DE PETRÓPOLIS, RJ.
Tema: A fé que remove muralhas
Lema: "Sei em quem pus munha fé" (2 Tm 1,12)
1º dia - Tema: A fé de Abraão    (Gn 22,1-4)
2º dia - Tema: A fé de Josué      (Js 1,1-9)
3º dia - Tema: A fé de Jeremias (Jr 1, 4-10)
4º dia - Tema: A fé de Maria       (Lc 1,26-38)
5º dia - Tema: A fé de José        (1,18-25)
6º dia - Tema: A fé dos Discípulos (Mt 8, 23-27)
7º dia - Tema: "Sei em quem pus minha fé" (2 Tm 1,12)

            Vivamos com Amor e Ardor este momento de Fé e de Batalha espiritual!
            O Senhor disse a Josué e a nós hoje: "Vê, entreguei-te Jericó, seu rei e seus valentes guerreiros. Dai volta à cidade, vós todos, homens de guerra; contornai toda a cidade uma vez. Assim farás durante seis dias."
            As promessas de graças e bençãos antes, durante e depois de cada Cerco de Jericó são inimagináveis. Toda a Igreja recebe os frutos de um longo período de intensa oração como este.

            Todo aquele que crê e ora, obedece e contorna o caminho indicado pelo Senhor ver com os próprios olhos os frutos de tão grande batalha espiritual. E como no A. T. veremos: "ao sétimo dia, levantando-se de madrugada, deram volta à cidade sete vezes, como nos dias precedentes: esse foi o único dia em que fizeram sete vezes a volta. Quando os sacerdotes tocaram as trombetas na sétima volta, Josué disse ao povo: Gritai, porque o Senhor vos entregou a cidade (...) O povo clamou e os sacerdotes tocaram as trombetas. E logo que o povo ouviu o som das trombetas, levantou um grande clamor. A muralha desabou. A multidão subiu à cidade, sem nada diante de si (...) O Senhor estava com Josué, e o seu renome divulgou-se por toda a terra."
            Como esteve com Josué, o Senhor hoje está com sua Igreja e com seu povo, e a todos quer dar-nos o Seu Nome que está acima de todos os nomes, aos quais dobraram os joelhos diante Dele com orações de louvores e honras, glórias e agradecimentos, súplicas e intercessões.
            Esta é a PROMESSA para todos os que viverem intensamente este momento de GRAÇA!
            LOUVADO SEJA O NOSSO SENHOR JESUS CRISTO!
            Para sempre seja LOUVADO!  
            N. S. IMACULADA CONCEIÇÃO, rogai por nós e por este CERCO DE JERICÓ PAROQUIAL!
                                                                                                                      Estela Márcia









sexta-feira, 3 de agosto de 2012

PEREGRINAR É IR AO ENCONTRO DA GRAÇA


            Desde o Antigo Testamento a Sagrada Escritura narra a caminhada do povo de Deus em busca de soluções para as suas vidas e de seu povo. Revela-nos que como povo de Deus, somos caminheiros. Hoje caminheiros na terra rumo ao Céu.

 É divino e não humano o convite que Deus faz ao seu povo para buscar a sua Graça nessa caminhada, numa peregrinação. O dicionário vai nos dizer que peregrinar é “Andar em peregrinação. Viajar, andar longamente por lugares vários e distantes. Ir em romaria”. E porque não dizermos que peregrinar é ir ao encontro da Graça. Pois peregrinar tem sabor de cura, libertação e conversão. Peregrinar é dar passos de fé, é atitude de quem acredita e espera algo mais da parte do Senhor Deus.

            É uma alegria quando uma Diocese se reúne em torno do Pastor para celebrar a vida. O salmo 121 traduz o momento dessa caminhada com sabor de Céu. “Cântico das peregrinações. De Davi. Este salmo expressa a realidade do coração daquele que vai ao encontro do seu Senhor e Nele poder celebrar a felicidade e a paz. Que alegria quando me vieram dizer: Vamos subir à casa do Senhor... 2. Eis que nossos pés se estacam diante de tuas portas, ó Jerusalém! 3. Jerusalém, cidade tão bem edificada, que forma um tão belo conjunto! 4. Para lá sobem as tribos, as tribos do Senhor, segundo a lei de Israel, para celebrar o nome do Senhor. 5. Lá se acham os tronos de justiça, os assentos da casa de Davi. 6. Pedi, vós todos, a paz para Jerusalém, e vivam em segurança os que te amam. 7. Reine a paz em teus muros, e a tranqüilidade em teus palácios. 8. Por amor de meus irmãos e de meus amigos, pedirei a paz para ti. 9. Por amor da casa do Senhor, nosso Deus, pedirei para ti a felicidade.”

            Através dos salmos encontramos a oração profunda do coração que se rejubila diante da misericórdia do Senhor e que ousa contemplar as bênçãos e a recompensa de pé, firme e confiante de estar em sua Plena Presença.

            Nós católicos temos alegria de encontrar no Templo do Senhor a certeza da intercessão daqueles que com Ele desfrutam do Paraíso, do lugar onde o Filho foi nos preparar (Jo 14,2-4). É Promessa do Senhor enquanto aqui esteve no meio de nós. É para crer. É para experimentar e viver.

            Inúmeros são os exemplos da Escritura que nos conduzem ao Templo do Senhor. São Lucas busca na origem da vida do Senhor. Após o seu nascimento, sua mãe foi apresentá-Lo ao Templo, e lá deu satisfação plena de vida ao Profeta Simeão, “Agora, Senhor, deixai o vosso servo ir em paz, segundo a vossa palavra. Porque os meus olhos viram a vossa salvação que preparastes diante de todos os povos, como luz para iluminar as nações, e para a glória de vosso povo de Israel.” (Lc 2,29-31). Também Jesus, ainda menino, aos doze anos, junto dos seus pais pode demonstrar a nós que o lugar de buscar a “Sabedoria” é no Templo, é nas peregrinações (Lc 2,41-52).

            Portanto irmãos, hoje são diversos Santuários dedicados a Nosso Senhor e a Nossa Senhora que a Igreja disponibiliza aos seus filhos para viverem esse encontro com a Graça de Deus. Para os  santuários os fiéis levam enfermidades e dores, pedidos e agradecimentos de todas as espécies, e de lá levam para os seus mãos repletas de curas e conversões dignas de fé e certeza de salvação.

            Que o Senhor e a Senhora do Céu possam conceder aos seus filhos as graças do encontro em todas as peregrinações que fizerem.

Pedimos hoje ao Pai, por seu Filho Jesus Cristo na unidade do Espírito Santo pela peregrinação diocesana de Petrópolis rumo ao Santuário de Nossa Senhora Aparecida (SP), para lá orarmos por nossos sacerdotes, religiosos e vocacionados, nossas famílias, nossos  jovens, nossos enfermos e todas as intenções do Santo Padre, o Papa Bento XVI e as necessidades da Igreja.

N.S. Aparecida, rogai por nós!!!

Estela Márcia



quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Nossa Senhora da Saudade e o Carmelo São José de Petrópolis


NOSSA SENHORA DA SAUDADE é uma devoção especial do Carmelo São José de Petrópolis, local onde a Senhora do Céu foi a inspiração do anjo de Deus  a monja formadora daquele Carmelo - Irmã Inês do Coração de Jesus, no início do século XX. A devoção da chamada "Coroa de Saudades da Rainha dos Mártires", encontrou na simplicidade de uma serva de Deus e Nossa Senhora a confirmação por se tratar de uma oração já inspirada por Deus a São Bernardo de Claraval que viveu nos anos de 1090-1153.  A oração foi indulgenciada em 300 dias pelo Papa  Pio IX 11/12/1846. Vale a pena conhecer a história dessa inspiração. (Segue a seguir a oração da 'Coroa' completa).

 

 

O Sonho da Irmã Inês 

            Na noite de 30 de março de 1918, Sábado Santo, então chamado de Sábado de Aleluia, Irmã Inês do Sagrado Coração de Jesus, uma das fundadoras do Carmelo de são José em Petrópolis teve um sonho, por ela mesma relatado em documento.

            "Sonhei que estava no leito, exatamente como então me encontrava e costumo passar as noites: meio sentada, recostada sobre travesseiros altos. a minha direita, um ser invisível, de quem vi apenas a mão formosa e alvíssima, estendida a pouca altura dos meus olhos, mostrava-me uma coroa de contas, enfeitadas a maneira do Rosário. E ao mesmo tempo, ouvi mentalmente as seguintes palavras: 'É uma devoção a Nossa Senhora, muito eficaz. Compõe-se de 3 Padres Nossos e 36 Lembrai-vos". E despertei inebriada de paz e de suavíssima consolação; mas ignorando que fosse o ser invisível que me trazia aquele segredo do Céu, porquanto só lhe vi a mão diáfana. Ficou-me a persuasão de ter sido o meu Anjo da Guarda o doce mensageiro da preciosa joia de que o rei, meu Senhor, se dignara de encher-me as mãos, para exornar as vestimentas da Rainha, sua mãe. Mas não entendi absolutamente a significação dos 36 "Lembrai-vos". Passei o dia inteiro de Sábado de Aleluia presa ao misterioso sonho, que de tanto bálsamo me ungira a alma; mas de modo algum consegui interpretar a razão do número 36, nem tão pouco a finalidade da nova devoção. Pela tarde, a hora da oração, no coro recolhida, ouvi no meu íntimo, dentro do meu coração, esta voz clara, distinta: 'A devoção que recebeste em seu sonho é para honrar as saudades que Nossa Senhora sofreu de Jesus, durante as 36 horas em que esteve sepultado o corpo do Salvador'. Oh! Que abalo senti! Que estremeço de júbilo me sacudiu a alma ao receber a explicação do que até aquele momento era um enigma indecifrável! Que festa para o espírito quando se encontra a chave de um problema que não podia resolver!"

            E anos depois, nosso excelso mestre (Padre João Gualberto - Capelão do Carmelo), encontrou, no corpo da Suma Teológica de Santo Tomás, a confirmação desse número de horas. Narrei o fato a nossa Priora, que então era minha estremecida Madre Antonieta. No dia seguinte, Domingo da Ressurreição, apenas acabei de narrá-lo a minha querida Madre Natividade, tive a inspiração de dar à Santa Mãe dos meus enlevos, um 'Nome Novo', o de NOSSA SENHORA DA SAUDADE, e intitular a nova devoção por Coroa de Saudades da Rainha dos Mártires."

               A oração do "Lembrai-vos", ou melhor, a "Coroa de Saudades da Rainha dos Mártires", é remédio para a alma abatida pelo pecado, pela dor e pelo sofrimento. São Bernardo, fervoroso servo de Maria, a Igreja o honra e o invoca universalmente como padroeiro das causas mais difíceis visto dirigir a Maria todo o seu fervor. Assim peça a Maria que venha pedir por você e os seus a Jesus. Implore, do seu especial privilégio diante de Deus, que Maria possa trazer o beneficio visível e rápido a essa causa que lhe faz desesperar-se. Clame que a Senhora lhe venha assistir. Apresente-se a ela com as dificuldades e necessidades que o consolo e a ajuda lhe virão para amenizar as tribulações e sofrimentos.

           "Coroa de Saudades da Rainha dos Mártires" 

(3 Pai Nossos/ 36 Lembrai-vos)

             Lembrai-Vos, ó piedosíssima Virgem Maria, que nunca se ouviu dizer que algum daqueles que recorreram à Vossa proteção, e imploraram o vosso socorro, fosse por Vós desamparado. Animado, pois, com igual confiança, a Vós, Virgem entre todas singular, como a Mãe recorro, de Vós me valho, e, gemendo sob os pesos dos meus pecados, me prostro a Vossos pés. Não rejeiteis as minhas súplicas. ò Mãe do Filho de Deus humanado, dignai-Vos de as ouvir propícia e de me alcançar o que Vos peço. Amém.

Ao final: Lembrai-vos, ó Rainha dos Mártires, das saudades cruciantes que atormentaram o vosso Imaculado Coração durante 36 horas de sepultura do vosso divino Filho. Pelas dores acerbíssimas da vossa soledade, oh! acendei-nos na alma o desejo de ver a Deus no Céu, e alcançai-nos, um dia, a eterna Bem-aventurança. Enquanto, porém, neste desterro peregrinamos, obtende-nos as graças que nos são necessárias para amarmos e servirmos a Jesus com fidelidade até à morte; e, se for de sua vontade adorável, impetrai-me(nos) a mercê que imploro (vos imploramos) com inteira confiança. "Amém".

NOSSA SENHORA DA SAUDADE, rogai por nós! (Estela Márcia)

 Obs.: Carmelo São José de Petrópolis/Endereço: Avenida Barão do Rio Branco, 1164  Petrópolis - RJ, 25680-150
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